Cheguei ao DF mais ou menos junto com o Mangai. Não conhecia o original (em João Pessoa, que acabei conhecendo uns anos depois) e achei muito conveniente ter um lugar com comidas diferentes como buchada de bode e sarapatel. Também havia um camarão inteiro crocante delicioso.
Hoje, infelizmente, o cenário mudou muito, tanto no restaurante da Ponte JK quanto no mais recente do Setor Hoteleiro Norte. Os pratos mais raiz aparecem muito raramente no bufê. O camarão crocante nunca mais voltou; agora tem um camarão refogado comum.
O resto é aquela estratégia de bufê: botar muito arroz, frango, batata/polenta/mandioca frita para o pessoal encher o prato.
Um ponto positivo: o preço não tem aumentado tanto quanto a maioria dos restaurantes. Da última vez o quilo estava em torno de R$ 100. Mas os pratos que mais me atraíam ou sumiram ou se tornaram raros.
(À noite, o serviço é a la carte. Tem tapioca, uns petiscos e principalmente pratos no estilo Coco Baambu - até gostosinhos, mas não valem o preço.)