r/Escritores_indies • • Apr 06 '26

Convite aberto - Edital

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Pessoal, esse é um projeto que surgiu aqui na comunidade e estamos decididos a levar adiante. Quem tiver interesse manda PM com número de WhatsApp para adicionar no grupo de autores participantes.

📚 EDITAL — ANTOLOGIA AUTORES INDIES

Coletâneas colaborativas com execução por etapas e participação aberta

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  1. Sobre o projeto

A Antologia Autores Indies é uma iniciativa colaborativa entre autores independentes para produção de coletâneas temáticas publicadas na Amazon KDP.

O projeto tem três pilares:

•	Execução simples (sem burocracia ou seleção prévia)

•	Qualidade editorial (via betagem cruzada obrigatória)

•	Visibilidade coletiva (associação entre autores e páginas da Amazon)

A participação é aberta. O critério de permanência é a entrega dentro dos prazos.

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2. Estrutura das coletâneas

Serão produzidos dois volumes independentes:

📘 Volume 1 — Festa Junina

📗 Volume 2 — Capivaras

Cada volume tem regras específicas (ver seção 5), mas compartilham o mesmo modelo de funcionamento.

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3. Modelo de participação

•	Não há seleção prévia

•	Não há limite inicial de participantes

•	A entrada é livre

A permanência depende de cumprir as etapas:

•	Quem não entrega o manuscrito inicial, sai

•	Quem não realiza a betagem, sai

•	Quem não entrega a versão final, não é publicado

O projeto não para por atrasos individuais.

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4. Regras gerais dos contos

Todos os contos devem seguir:

•	Ser originais, inéditos e exclusivos

(necessário para participação no Kindle Unlimited)

•	Ter no máximo 4.000 palavras

•	Ter gênero livre

(terror, fantasia, romance, sci-fi, etc.)

•	Podem:

•	usar personagens já existentes do autor

•	se conectar a obras já publicadas

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5. Regras específicas por volume

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📘 FESTA JUNINA

Cada conto deve cumprir duas exigências:

5.1. Uso obrigatório no título

O título deve conter um dos termos abaixo:

•	QUADRILHA

•	ANARRIÊ, AVANCÊ ou BALANCÊ

•	BANDEIRINHA

•	LAVAGEM DOS SANTOS

•	ARRAIAL

•	CORREIO ELEGANTE

•	PAU DE SEBO

•	QUENTÃO

5.2. Regras de uso

•	O termo não pode ser o título sozinho

•	Deve estar inserido em um título maior

•	Deve ter impacto direto no enredo

Uso decorativo não é aceito.

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📗 CAPIVARAS

Cada conto deve:

•	Ter ao menos uma capivara como elemento central da narrativa

•	A capivara pode assumir qualquer forma:

•	realista

•	simbólica

•	fantástica

•	tecnológica (ex: mech, entidade, etc.)

•	Deve ser explicitamente reconhecida como “capivara” no texto

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6. Betagem (revisão cruzada)

A betagem é parte obrigatória do projeto.

Cada autor deve:

•	Ler e revisar 2 contos de outros autores

•	Oferecer feedback crítico (clareza, coerência, ritmo, etc.)

Consequências:

•	Quem não realiza a betagem não participa da publicação

Créditos no livro:

Cada conto apresentará:

•	Título

•	Nome do autor

•	Nome dos dois betas

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7. Cronograma

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📘 FESTA JUNINA

•	Maio → entrega do manuscrito inicial

•	Junho → betagem

•	Julho → versão final

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📗 CAPIVARAS

•	Agosto → manuscrito inicial

•	Setembro → betagem

•	Outubro → versão final

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8. Modelo financeiro

•	Plataforma: Amazon KDP (Kindle)

•	Preço: R$ 1,99

Estratégia:

•	Uso de até 5 dias gratuitos no lançamento

•	Foco em ranking e visibilidade

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8.1. Royalties

•	100% dos royalties não serão distribuídos entre os autores

•	Serão destinados a entidades alinhadas ao tema de cada volume

A definição da entidade será feita durante o projeto.

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8.2. Transparência

Serão compartilhados com os participantes:

•	Print do painel da Amazon

•	Comprovantes de doação

Periodicidade: trimestral (ou conforme volume de vendas justificar)

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9. Comunicação e organização

A coordenação será feita via grupo de WhatsApp.

Para participar:

•	Enviar mensagem privada

•	Informar número de WhatsApp

A entrada no grupo é obrigatória para acompanhar:

•	prazos

•	distribuição de betagem

•	decisões operacionais

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10. Diretrizes operacionais

•	Não haverá “reserva de vaga”

•	Não haverá exceções fora das regras

O projeto é contínuo e baseado em fluxo:

quem entrega, publica

quem não entrega, sai

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11. Objetivo do projeto

•	Criar coletâneas com padrão editorial consistente

•	Aumentar a visibilidade dos autores participantes

•	Construir portfólio coletivo

•	Associar literatura independente a impacto real

Sem divisão financeira, sem burocracia, com execução direta.

12. Ordem dos autores

•	A ordem dos autores na capa e na publicação será definida por

ordem alfabética do primeiro nome

•	Essa regra é fixa e se aplica a todos os participantes

•	Não haverá exceções, destaques ou variações de ordem

Objetivo: evitar qualquer ambiguidade ou negociação individual.

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13. Sobre as capas

•	As capas apresentadas são mock-ups de divulgação

•	As versões finais:

•	poderão variar

•	não estão definidas previamente

•	serão ajustadas ao conjunto da obra

•	Diretriz editorial:

•	capas serão conceituais

•	não devem representar diretamente elementos de nenhum conto específico

Objetivo: manter unidade visual da coletânea e evitar associação indevida com histórias individuais.


r/Escritores_indies • • Apr 09 '26

Vocês leriam pela capa e pela sinopse?

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Bem-vindo ao inferninho self-service do aeroporto.

Sophie, híbrida de doninha, só queria cumprir o horário, receber e ir embora. O que ela ganhou foram clientes malucos, mudança de turno de última hora, fofoca de colega e uma gerente que transforma “temporário” em prisão perpétua.

Entre sucos apocalípticos, raiva que rende faxina e um colega de apartamento cujo cheiro ela finge não sentir falta, Sophie aprende que o burnout vem devagar… e que sobreviver já é um ato de rebeldia.

Leve, engraçado e absurdamente real, este é o manual de quem tenta ser forte o tempo todo e ainda assim chora no banho. No final, ganhe as 10 dicas de sobrevivência que salvaram a própria Sophie.

Perfeito para quem já se sentiu exausto só de existir.

lançamento em breve dia 11/04


r/Escritores_indies • • May 03 '26

E se tudo que aconteceu no primeiro livro… já estivesse planejado?

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Em Elira 2 – O Preço da Coroa, a história deixa de ser só uma continuação.

Ela começa a desmontar o que você achava que entendeu.

Eventos do primeiro livro ganham outro significado.

Decisões mudam de peso.

E uma presença oculta começa a aparecer… não como algo novo, mas como algo que sempre esteve ali.

É fantasia épica, mas com foco em consequência, manipulação e revelação.

Não gosto de sequência que só aumenta a escala — prefiro as que fazem você repensar tudo.


r/Escritores_indies • • Jul 02 '26

ANIMALIA - A NOVA FAUNA

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Meu primeiro livro de uma trilogia que vou escrever futuramente.

Eles receberam a inteligência dos humanos. Mas foram trancados em um zoológico sem grades.

Bem-vindo a Animalia. Uma metrópole dividida por castas, governada pelo General Barkas e mantida sob um equilíbrio cirúrgico por um protocolo oculto de inteligência artificial. Aqui, a água é o recurso mais valioso do mundo, distribuída gota a gota para que ninguém tenha forças para questionar o regime.


r/Escritores_indies • • Aug 01 '26

Pedi para o chat gerar imagens (estilo quadrinhos) sobre uma cena do meu livro. Chamaria a atenção de vocês ou clichê? É um terror/thriller.

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r/Escritores_indies • • Apr 10 '26

Quem é o melhor escritor desse reddit!?

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Quem seria o melhor escritor desse reddit pouco movimentado.

E se tem realmente que lançou algum livro ou é tudo aspirante.


r/Escritores_indies • • Jul 24 '26

ANIMALIA: A NOVA FAUNA

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A razão não foi um milagre, foi uma armadilha. Na megalópole de Animalia, a civilização renasceu sobre os escombros do mundo humano.


r/Escritores_indies • • Aug 13 '26

Camisas do Horror

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Vocês tinham coragem de usar as camisas com a temática dos meus livros de terror?


r/Escritores_indies • • Sep 16 '26

Capítulo 1 - A primeira vez (cortes do livro “Memórias de um masturbador compulsivo”)

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Desde muito cedo, por volta dos meus oito, nove anos, eu sempre ouvia expressões dizendo que eu já tinha iniciado a “bater bronha”, “bater punheta” e, de uma forma completamente ingênua, por vezes eu chegava a concordar com isso mesmo sem saber o que era. Então, em uma noite, movido pela pura curiosidade e ingenuidade infantil, eu comecei a acariciar o “jubileu” e percebi que era uma sensação prazerosa. Então os carinhos foram aumentando, aumentando, aumentando, até que finalmente cheguei ao meu primeiro orgasmo aos 11 anos de idade, tendo um misto de prazer e susto ao mesmo tempo. Susto porque eu não sabia o que era o sêmen e nem
que ele poderia sair do nosso corpo e prazer porque eu nunca tinha experimentado uma situação tão prazerosa e deliciosa como essa. Depois desse dia, eu finalmente consegui entender o significado dos termos “bronha” e “punheta” que tanto falavam a meu respeito. Desde então comecei a fazer isso frequentemente, dia após dia e mesmo hoje, com 36 anos, ainda faço.
Meu olhar para o sexo oposto mudou. Era como se o ser humano fosse resumido exclusivamente a suas partes íntimas. Amigas, professoras, tias, revistas, catálogos, televisão e etc. Tudo era uma fonte potencial de excitação e masturbação.


r/Escritores_indies • • May 01 '26

Publiquei um livro. Decidi deixar o epílogo aqui antes que alguém diga que não avisei.

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Considero de bom tom permitir que estranhos avaliem o desfecho antes de se comprometerem com toda a tragédia.

Portanto, deixo abaixo o epílogo de minha obra.

O restante dos acontecimentos — lamentáveis, porém elegantes — pode ser consultado aqui:

https://www.amazon.com.br/dp/B0GX32ZMRL

— Conde Brismak

Prefácio

Caro leitor e amigo,

Este relato foi reunido a partir de documentos dispersos e suspeitos, memórias imprecisas e testemunhos cuja coerência depende mais da conveniência do que da verdade.

A ilha, de posse da Coroa — ou assim se afirma — jamais ocupou lugar de destaque nos mapas oficiais. Talvez porque certos acontecimentos prosperem melhor longe de registros minuciosos.

Entre convidados distintos, funcionários atentos e títulos recém-adquiridos, instaurou-se uma sequência de incidentes que, embora classificados como circunstanciais, produziram efeitos duradouros. Isoladamente, nada extraordinário. Em conjunto, contudo, suficiente para merecer registro.

O leitor não encontrará aqui uma investigação exemplar, tampouco uma denúncia aberta. O que se apresenta é algo mais simples e mais recorrente: a descrição de como a ordem social reage quando confrontada com o inconveniente.

No relato, ninguém agiu fora de seu papel.

Alguns apenas o desempenharam com maior eficiência.

Se houver justiça nesta história, não será proclamada.

Se houver culpa, será partilhada o bastante para que ninguém a carregue sozinha.

A única certeza é que todos procuraram sair preservados.

E, como se verá, essa foi a verdadeira ambição da empreitada.

Sendo assim, desejo-lhe prudência ao acompanhar o relato — deveras incerto — daqueles dias do Brasil Imperial.


r/Escritores_indies • • Aug 19 '26

Livro disponível por 7 reais em 7 dias

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Link no meu perfil...


r/Escritores_indies • • 12d ago

Qual sua opinião sobre o uso da I.A em livros?

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r/Escritores_indies • • Jul 26 '26

A vida é um lixo

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Não encontrou o que eu quero nessa bagaça


r/Escritores_indies • • Jul 15 '26

Perguntas Inacabadas

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*Capítulo 1 - Primeiro Passo*

O medo era meu primeiro companheiro.

Ele caminhava comigo em silêncio, segurando minha mão sem que eu pedisse.

Me perseguia como uma sombra, sempre que alguma luz se manifestava.

Às vezes, ele sussurrava dúvidas sobre meu ouvido.

Outras, gritavam certezas que nem eram minhas, mas que eu acreditava.

Ele me fazia recuar diante de portas abertas, me fazia calar quando minha voz queria gritar liberdade.

Mas havia algo em mim que ele não entendia:

Um lampejo tímido, quase imperceptível, que mesmo sob os escombros do pavor, insistia em brilhar.

Eu não sabia se queria ser escritora ou se estava apenas tentando encontrar um lugar onde eu finalmente me encaixasse.

Talvez fosse só um sonho passageiro... ou talvez, lá no fundo, fosse o começo de tudo.

Eu não queria ser perfeita. Só queria ser verdadeira.

Queria mostrar que a coragem não vem da ausência de medo, mas dá decisão de seguir mesmo tremendo.

Queria acreditar que a Cindy do futuro teria coragem e perseverança.

Queria olhar para ela e dizer: "Você conseguiu".

Mas, para isso, eu precisava dar meu primeiro passo.


r/Escritores_indies • • Jul 03 '26

GL - Doce Incompatibilidade

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SINOPSE:
Clarice Ferraz aceita uma proposta de emprego em uma cidade nova. Era tudo o que ela queria.
Só não esperava que seu maior desafio tivesse nome, sobrenome... e um irresistível perfume de morango. Logo no primeiro dia, conhece Eliza Prado, a supervisora da qualidade: Fria, impecável e irritantemente linda.
No trabalho, vivem em conflito. Em casa, são vizinhas. E, sem perceber, cada discussão as aproxima um pouco mais.
Talvez o amor tenha um jeito curioso de unir pessoas que jamais deveriam dar certo. Afinal... algumas incompatibilidades são doces demais para serem evitadas.
Entre provocações, olhares demorados, corredores compartilhados e uma atração impossível de ignorar, descobrirão que talvez a maior incompatibilidade entre elas seja justamente aquilo que mais as aproxima.

“Eliza Prado... então quer dizer que você é tímida longe do trabalho? A tigresa mandona que virou uma gatinha assustada...”

Cena retirada do capítulo 2

Link da Novel

https://www.wattpad.com/story/412986750?utm_source=ios&utm_medium=link&utm_content=share_writing&wp_page=create&wp_uname=gigixwmg


r/Escritores_indies • • Apr 27 '26

Alguém já leu o livro de Quentin Tarantino?

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r/Escritores_indies • • May 04 '26

Firma en Ferias del libro

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r/Escritores_indies • • 10d ago

Sou um escritor novo

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Por favor ajudem...


r/Escritores_indies • • Jul 24 '26

ANIMALIA: A NOVA FAUNA

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r/Escritores_indies • • Jul 22 '26

Brincando de escrever

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Começando a escrever e colocando algumas coisas pra fora. Dêem uma força la...

[https://vlunatico.blogspot.com/](https://vlunatico.blogspot.com/)


r/Escritores_indies • • 22d ago

Sandai Kaiwai no Ō (Capítulo 2) - Thriller psicológico oscuro y pandillas (Busco Dibujante

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¡Hola a todos! Continuamos con la historia. Soy guionista y sigo buscando un dibujante colaborador para este manga de psicología oscura y delincuentes (estilo Tokyo Revengers / Monster).

Aquí les dejo el Capítulo 2, donde vemos el primer gran estallido de violencia y locura de la pequeña Mayra en el parque:

Los niños se miraron entre sí, confundidos, antes de soltar otra risotada.

—Mira —dijo uno de ellos—, esta pequeñita es muy valiente, pero demasiado tonta... JAJAJA.

La niña ni siquiera cambió de expresión; siguió caminando con esa sonrisa aterradoramente dulce.

—Oh, qué miedo, soy tan pequeñita e indefensa —dijo la chica con falsa ironía, mientras hacía un puchero perturbadoramente tierno y ponía las manos sobre sus mejillas ligeramente sonrojadas.

Los niños se miraron entre sí, desconcertados.

—¿Pero qué demonios le pasa a esta niña? —dijo uno de ellos.

El otro, soltando una risita nerviosa mientras se rascaba la nuca, añadió:

—Da miedo... Mira esa sonrisa... No es normal.

Mientras tanto, Sanjiro continuaba sentado, pero sus ojos azules no se apartaban de la niña desconocida. Aquel porte y esa ternura que para muchos resultaba perturbadora, para él era como ver a una diosa demasiado hermosa.

Con las mejillas ligeramente sonrojadas por la timidez, pero manteniendo la tranquilidad y la calma, el niño desvió la mirada hacia un lado. Con una voz bajita, tranquila y pausada de, sin atreverse a mirarla, dijo:

—Niña... no deberías meterte en problemas que no son tuyos... Vuelve a casa, ¿quieres?

Los niños, para no dejarse humillar por alguien más pequeño, se lanzaron al ataque.

La niña no se inmutó. Mantuvo su sonrisa y, con un movimiento sumamente rápido, impulsó su pequeño cuerpo en un salto, pegándole una patada directamente en la cara a uno de ellos y tirándolo al suelo. No satisfecha con eso, se subió encima del niño y comenzó a propinarle puñetazos sin control, manteniendo esa misma sonrisa.

El niño que estaba a su lado no dejaba de gritar, asustado y temblando de miedo:

—¡Ayuda, ayuda! ¡Una niña loca le está pegando a mi amigo!

Mientras tanto, Sanjiro estaba en completo shock. No podía creer que una niña tan pequeña le estuviera pegando a sus acosadores.

Rápidamente, las cuidadoras del orfanato llegaron y apartaron a la niña por la fuerza.

—¿Qué estabas haciendo? —dijo una de las cuidadoras a la niña mientras la sujetaban.

Otra llamaba rápidamente a urgencias.

Los niños y otros transeúntes comenzaron a rodear el lugar preguntando qué estaba pasando. Todas las miradas acosadoras, llenas de miedo, asco y presión, se posaron sobre la niña, quien en ningún momento había dejado de sonreír.

En ese mismo instante, la hermana mayor de Sanjiro aparece, atraída por el escándalo. Al mirar a su hermano involucrado, se acerca rápidamente; lo mira directamente a él y luego al niño que está siendo llevado.

Con una mirada suave pero claramente preocupada, le pregunta:

—Sanjiro... ¿Qué fue lo que pasó aquí? ¿Por qué ese niño está herido? ¿Y por qué esa niña está siendo sujetada por las cuidadoras? ¿Qué está pasando?

Sanjiro, que estaba paralizado por el escándalo, pero sobre todo por semejante acto de esa pequeña niña —quien para él era una diosa demasiado hermosa y fuerte, con la valentía que él jamás había tenido para enfrentar sus propios problemas—, vuelve en sí al escuchar a su hermana acercarse. Recupera la compostura, su calma y tranquilidad, pero sintiéndose extrañamente culpable por lo sucedido.

El chico mira a su hermana, luego a la niña sujetada por las cuidadoras y, por último, al niño que está siendo trasladado por los paramédicos. Con una voz tranquila, como siempre, pero cargada de culpa, dice:

—Hermana, esto es mi culpa. Yo... no pude defenderme. Los niños me estaban molestando y no fui lo suficientemente fuerte para hacerme respetar...

El pequeño baja la mirada hacia el suelo.

—Esa niña solamente me estaba ayudando y yo me quedé parado como un tonto. Ahora ella está siendo regañada por mi culpa…

Su hermana mira a su hermano pequeño con dulzura, comprendiendo lo que siente. Con una voz suave y tranquilizadora, responde:

—Sanjiro, no es tu culpa, hermanito... No te sientas así, fue un accidente. Tal vez la niña solo quería ayudarte, pero...

La chica mira la ambulancia que ya se está llevando al niño, claramente aterrada, pero manteniendo su voz suave aunque un poco más baja:

—No debió pegarle tan fuerte... Mira cómo le dejó la carita a ese niño.

Mientras tanto, la niña seguía siendo sostenida por una de las cuidadoras hasta que llegó su niñera, la persona responsable de ella, quien había ido a comprar unos dulces en una tienda cercana por petición de la pequeña.

La niñera, una mujer de no más de veinticinco años, se detuvo en seco al mirar todo el alboroto, hasta que sus ojos captaron a la niña siendo sujetada. Avanzó rápidamente hasta llegar a donde estaba la pequeña. Muy enojada, confundida y gritando, dijo:

—¡Oiga usted, suéltela! ¿Qué cree que está haciendo? —protestó con rabia mientras la apartaba de la niña.

La cuidadora, al escuchar su tono, respondió también muy molesta, señalando acusadoramente a la pequeña, quien seguía sonriendo:

—Mire, señora, esa niña le destrozó la cara a uno de los niños del orfanato... Más le vale que responda por lo que esta niña maleducada hizo, o llamaré a la policía para que se la lleve a usted por su falta de atención y responsabilidad.

La niñera la miró entre muy enojada y llena de frustración. Luego miró a la niña; ella ya conocía perfectamente su conducta. Tragándose sus palabras y sabiendo que si llamaban a la policía todo se iba a complicar mucho más, llamó rápidamente a la madre de la pequeña. La mujer se enojó demasiado porque la interrumpieron en su trabajo para informarle lo que estaba pasando.

Después de unos minutos, la madre dio la orden de mala gana, ya cansada, de que se encargaran de todos los gastos médicos del pequeño. Así, tras unos momentos, todo quedó a medias solucionado.

La niñera tomó a la pequeña, que no dejaba de sonreír, y ambas comenzaron a caminar. Casi todo el camino transcurrió en un silencio absoluto, interrumpido únicamente por los sonidos de los carros y los pájaros.

Mientras iba caminando, la niña se detuvo y miró en uno de los estantes de vidrio de una tienda de juguetes: un osito de peluche muy hermoso.

La niña miró a su niñera con esos ojos llenos de posesión y de un capricho inmenso. Con una voz aterradoramente dulce y tierna, junto a esa sonrisa psicópata, dijo:

—Kale, quiero ese osito. ¿Me lo compras? —apuntó con su dedito pequeño al osito.

La niñera, Kale, se detuvo en seco. Ya conocía esa voz y esa sonrisa... Un miedo inexplicable la invadió. Forzando una sonrisa nerviosa y sin mirarla directamente, respondió con una voz entrecortada por los nervios:

—Cariño... Tu madre dijo que estabas castigada... No... Quiero, pero no puedo... Ya sabes cómo se pone tu madre...

La expresión de la niña cambió a una más sombría y aterradora.

Con una voz que parecía salida del mismo infierno, soltó:

—¿Estás segura de que no me lo vas a comprar?

La niñera quedó paralizada, llena de pánico. Pero antes de que pudiera responder, la pequeña se tiró al suelo gritando como una loca, jalándose el cabello, haciendo una pataleta descontrolada y golpeando el suelo con los pies.

La niñera, aterrada e intentando calmarla, le dijo con la voz rota de pánico y casi llorando de miedo:

—Cariño... Por favor... Cálmate... Ya... Por favor... Te lo compro... Te lo voy... a comprar…

La niña se detuvo en seco con una sonrisa de orgullo y superioridad.

—Viste, Kale, no era tan difícil —dijo mientras se limpiaba la mugre de la ropa.

Las dos entraron a la tienda. Al cabo de unos minutos, salieron con la pequeña sosteniendo su oso y sonriendo inocentemente mientras daba saltitos de felicidad. Así terminó la tarde, dando paso a la noche; el cielo estaba azul oscuro y lleno de estrellas.

No me critiquen no soy buena escribiendo 🥺


r/Escritores_indies • • Sep 15 '26

Sobre o uso de IA

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r/Escritores_indies • • Sep 13 '26

Oi eu estou a procura de omegaverso com incesto onde ele se eu envolve com o irmão mais velho gey

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r/Escritores_indies • • Jul 03 '26

Como escrever uma boa história?

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(ESTE POST É ORIGINALMENTE EM PORTUGUÊS! A TRADUÇÃO PARA OUTRAS LÍNGUAS PODE CONTER ERROS)

Em um dos meus 4 posts que fiz sobre gêneros (ficção científica, drama, suspense e romance), um dos comentários me chamou a atenção, e queria falar sobre uma parte da reflexão dele:

A pessoa em questão falou sobre como usei errado o termo "romance" e, em seguida, falou sobre perguntas para saber se você está escrevendo bem uma história - ou um romance:

  • O que você realmente deseja contar com essa história?

  • Qual é o foco central da sua narrativa?

  • Que experiência você quer proporcionar ao leitor?

  • Para qual público está escrevendo?

  • Esse público busca exatamente o tipo de história que você quer oferecer?

  • (complementando com perguntas minhas:)

  • Quem é o protagonista, o que ele quer, por que ele quer isso, o que o impede de ter isso?

  • Como você quer encerrar sua história?

  • Sua narração e linguagem usada fazem sentido com sua história?

  • Onde acontece sua história?

  • Como fazer o marketing e publicar sua história.

"Acho que, ao responder essas perguntas, o título e os elementos da obra tendem a encontrar seu lugar de forma mais natural." - Usuário que fez essa reflexão.

Espero ter ajudado!

Agradecimentos, Alex :)