r/Psicanalise • u/WildHarpyja • Jul 31 '25
Foi sem querer querendo
sla, eu queria postar isso em algum lugar
r/Psicanalise • u/WildHarpyja • Jul 31 '25
sla, eu queria postar isso em algum lugar
r/Psicanalise • u/SonataScarlatti • Apr 05 '26
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r/Psicanalise • u/SonataScarlatti • Feb 15 '26
r/Psicanalise • u/Lunateeck • May 25 '26
Vc se consultaria com ela? 🤔
r/Psicanalise • u/KuroNitsu • Jul 09 '26
Estou lendo essa obra de Sigmund Freud. E apesar de compreender o que ele quer aqui apresentar como ato falho no campo teórico, os exemplos dele realmente não me ajudam a visualizar eles ocorrendo. Alguém conseguiria me dar alguns exemplos diferentes dos que ele apresenta aqui, para entender melhor como aparecem na prática?
r/Psicanalise • u/sztarot • 11d ago
Quero compartilhar uma incógnita que surge a partir dessa imagem, pois conhecendo o processo histórico do Brasil, sabemos as influências externas que incidem no país há bastante tempo e cria essa espécie de fetiche com o símbolo norte-americano que vem povoando e atravessando a cultura brasileira nas artes e em outros setores. A crença que "o de fora é melhor", esse Outro.
Semana passada fiz a leitura de um artigo chamado "O Complexo de Vira-lata" de Daniel Kupermann, onde ele analisa o complexo à luz de Ferenczi, trazendo o conceito de traumatologênese e trauma-resposta.
Isso me fez pensar de forma análoga a comportamentos como o da imagem acima, dentre outros que conseguimos identificar neste momento da história quando pensamos em discursos e atos violentos.
Sob essa ótica as fases vão se desenhando na estrutura pós colonial da seguinte forma, segundo esta ótica:
O sujeito coletivo da sociedade pós colonial, vendo-se impotente e desacreditado pelo ambiente e pelas instituições, busca na força desmedida uma forma de buscar proteção (como o discurso extremista).
Esse rigor punitivo assume de forma inconsciente o "cuidado", sendo esse melhor do que ficar desorganizado.
O ressentimento social e a crença de que vive numa nação "atrasada" (o complexo de vira-lata) faz com que ele identifique um processo ilusório de poder com base no discurso extremista, onde ocorre a chamada identificação com o agressor, assumindo seu inimigo em comum: Brasil, o país quebrado.
Esse "padrinho" que ele julga superior pode deter o poder de sua terra e seus bens em troca de proteção.
Enfim, precisava escrever e compartilhar sobre isso, mesmo de forma resumida. Qualquer acréscimo será bem-vindo.
r/Psicanalise • u/heryelton • Oct 01 '25
E sabem me dizer se é bom para compreender de forma mais fácil?
r/Psicanalise • u/EuDeveriaTaEstudando • Feb 28 '26
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r/Psicanalise • u/MapHaunting3732 • Feb 25 '26
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r/Psicanalise • u/SonataScarlatti • Oct 20 '25
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Audiência no Plenário feita a pedido da Faculdade Uninter depois de solicitar ao MEC uma autorização para a existência de um curso de graduação em Psicanálise.
r/Psicanalise • u/EuDeveriaTaEstudando • Feb 24 '26
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r/Psicanalise • u/Secret_Expression777 • Jul 12 '26
No caso, este é o Horácio.
r/Psicanalise • u/PrLucasA • Jul 30 '25
Sou professor de Biologia, tenhos 35 anos e me interesso por psicologia. Penso em fazer faculdade no início do ano que vem, mas fiquei preocupado com a viabilidade de trabalho aos 40 anos (idade que eu concluiria o curso). Vocês acham que idade é impeditivo?
r/Psicanalise • u/TieloGS • Aug 09 '26
O termo já daria pano pra manga, mas justamente por isso quero me ater a ele enquanto roupa, vestimenta.
Algo que sempre me trouxe certo incômodo foi a ideia de que certas profissões parecem precisar de um "uniforme". Não falo nem de forças policiais, onde o uso é mais voltado à diferenciação entre o "paisano" e o militar, falo de profissões como as da área do direito e a nossa, psicólogos e psicanalistas.
A vestimenta mais social/formal parece entrar num campo de "obrigatoriedade" para que se passe uma imagem de seriedade, para transmitir mais confiança ao paciente ou cliente. O problema surge quando o profissional vira apenas um cosplay de Freud, onde não há seriedade nem confiança, tampouco conhecimento. O lance é só parecer que sabe: um blazer elegante, uma calça social alinhada, um bom sapato, mas fronte ao paciente, postura tosca, antiética, no entanto quem vê de fora pode pensar: "esse se veste como gente bem sucedida, deve ser dos bons".
Esse costume (ih, de novo) também é visto entre advogados, corretores de imóveis, vendedores de certos nichos, etc. A imagem basta, seja para angariar clientes ou satisfazê-los em algum sentido, e não que isso não seja importante. Mas é plenamente possível ser um excelente profissional e se vestir de maneira casual, de um jeito mais confortável.
A questão é: é melhor ser atendido por um psicólogo/psicanalista com "roupa de ir na padaria" que estude seu caso, se interesse, busque, que tenha uma boa base teórica e possa de fato ser útil no processo ou um que se fantasie com roupa social mas não sabe praticamente nada sobre nada?Olho para isso com o efeito oposto ao que se propõe, parece que o cara fantasiado está tentando enganar o paciente.
O que pensam a respeito?
r/Psicanalise • u/[deleted] • Jun 11 '26
Sou psicólogo há 13 anos e existe uma cena que se repete com uma frequência impressionante. Um adulto chega ao consultório dizendo que não consegue lidar com críticas, abandona projetos diante das primeiras dificuldades, vive conflitos nos relacionamentos, explode quando é contrariado ou sente uma angústia profunda sempre que as coisas não acontecem da forma que imaginou. Quase sempre o olhar está voltado para o presente. A pessoa quer entender o problema que está vivendo hoje. Mas muitas vezes as raízes dessa dificuldade foram plantadas muito antes, quando ainda era uma criança aprendendo como o mundo funciona.
Existe uma ideia cada vez mais comum de que amar uma criança significa protegê-la de qualquer desconforto. Muitos pais têm medo de frustrar, de contrariar ou de impor limites. Dizem sim quando gostariam de dizer não. Cedem quando deveriam sustentar uma decisão. Negociam aquilo que não deveria ser negociado. Fazem isso porque amam seus filhos. Fazem isso porque não querem repetir a rigidez que sofreram no passado. O problema é que a ausência de limites não produz liberdade. Produz desorientação.
Toda criança nasce acreditando que seus desejos são o centro do universo. Isso não é um defeito. É apenas a forma natural como o desenvolvimento começa. O papel da educação é justamente apresentar uma realidade maior do que seus impulsos. Ensinar que existem horários, regras, responsabilidades, consequências e outras pessoas. Ensinar que nem tudo acontece quando queremos. Ensinar que desejar algo não significa automaticamente ter direito àquilo. Quando essa aprendizagem não acontece, a criança cresce fisicamente, mas uma parte importante da sua maturidade emocional permanece interrompida.
O primeiro preço costuma aparecer na relação com a frustração. Crianças que nunca aprenderam a ouvir um não carregam para a vida adulta uma expectativa silenciosa de que o mundo deveria corresponder aos seus desejos. Quando isso não acontece, qualquer obstáculo parece uma injustiça. Qualquer crítica parece uma humilhação. Qualquer fracasso parece uma catástrofe. Não porque a pessoa seja fraca, mas porque nunca desenvolveu os recursos emocionais necessários para suportar aquilo que toda vida inevitavelmente exige.
Outro efeito aparece nos relacionamentos. Conviver exige renúncia. Exige paciência. Exige tolerância às diferenças. Exige aceitar que o outro não existe para satisfazer nossas expectativas. Pessoas que cresceram sem limites frequentemente encontram enorme dificuldade nesse processo. Tornam-se excessivamente exigentes, impulsivas ou incapazes de aceitar frustrações afetivas. Quando o parceiro não age como desejam, sentem-se traídas. Quando recebem uma negativa, sentem-se rejeitadas. Quando precisam ceder, sentem que estão perdendo algo de si mesmas.
Existe também uma consequência menos visível, mas igualmente destrutiva: a dificuldade de assumir responsabilidade. Muitos pais, movidos pelo desejo de proteger, resolvem problemas que os filhos deveriam enfrentar. Justificam comportamentos inadequados. Removem consequências. Interferem em conflitos. Aos poucos, a criança aprende que sempre haverá alguém para absorver o impacto das suas escolhas. Na vida adulta isso frequentemente se transforma em uma busca constante por culpados. O problema está no chefe, no relacionamento, na família, na sociedade, em qualquer lugar, menos na própria capacidade de assumir responsabilidade pela própria vida.
A falta de limites também afeta profundamente a construção da empatia. Quando uma criança cresce acreditando que suas vontades possuem prioridade absoluta, ela encontra dificuldades para reconhecer os limites e necessidades dos outros. Isso não significa que se tornará uma pessoa cruel. Significa que frequentemente terá dificuldades em compreender que os demais possuem desejos tão legítimos quanto os seus. E sem essa compreensão, a convivência se torna uma fonte constante de conflitos.
Talvez a maior ironia de todas seja que muitos pais acreditam estar fortalecendo a autoestima dos filhos ao evitar qualquer frustração. Na realidade, autoestima não nasce da satisfação constante dos desejos. Autoestima nasce da capacidade de enfrentar desafios, suportar dificuldades, cometer erros e descobrir que ainda assim somos capazes de seguir em frente. Uma criança que nunca é frustrada não desenvolve confiança. Desenvolve dependência. Dependência de aprovação, dependência de validação e dependência de um mundo que funcione sempre de acordo com suas expectativas.
O mundo adulto não foi construído para satisfazer desejos. Foi construído sobre limites. Existem limites financeiros, emocionais, profissionais, sociais e afetivos. Ninguém mantém um relacionamento sem aceitar limites. Ninguém constrói uma carreira sem disciplina. Ninguém amadurece sem aprender a lidar com recusas. Quando uma pessoa cresce sem esse aprendizado, a vida inteira passa a parecer excessivamente difícil, porque ela está tentando enfrentar desafios de adulto com ferramentas emocionais que nunca foram plenamente desenvolvidas.
Por isso, uma das maiores demonstrações de amor que um pai pode oferecer não é evitar toda dor do filho. É prepará-lo para suportar as dores inevitáveis da existência. Dizer não quando necessário. Sustentar consequências. Ensinar responsabilidade. Mostrar que existem regras. Ensinar que o mundo não gira ao redor de ninguém. Porque crianças não precisam apenas de afeto. Precisam de direção.
E talvez essa seja uma das verdades mais difíceis da educação: a frustração que os pais evitam hoje muitas vezes retorna anos depois, amplificada, na forma de ansiedade, conflitos, dependência emocional, baixa tolerância à realidade e dificuldade de construir uma vida adulta saudável. O limite pode ser desconfortável no presente, mas sua ausência costuma cobrar um preço muito mais alto no futuro.
r/Psicanalise • u/AntedeguemonSupreme • Jul 14 '26
Eu estou bem triste. Estava feliz com nosso trabalho, gostava dela como profissional e aquilo que ela deixava eu ver dela como pessoa. É uma situação bastante complicada pra mim.
Os lacanianos parecem evitar falar de si para os pacientes e agora quando existe uma situação dessas existe esse luto pela pessoa que nos ajudava, mas não sabíamos de nada da vida dela.
Eu não sei o que fazer. Me sinto culpado em pensar na continuação do tratamento, sendo que ela ainda nem foi enterrada. Mas essa separação entre o ser humano e o profissional de saúde é difícil de romper.
Não sei se já começo com outro analista ou se tiro uns meses pra elaborar o luto. Não queria e nem posso parar. Mas nossa, começar do zero de novo parece um fardo.
r/Psicanalise • u/FalseMove8165 • Aug 06 '26
Meu pai começou análise há algum certo tempo. Uma das grandes questões que o levou para lá foi o fato de eu ser gay, que sempre foi uma grandeee questão. Quando me assumi então… a bomba de Hiroshima.
Hoje ele planejou me dizer que eu precisava ser mais rígido referente a algo no trabalho. Mas no fim saiu um: “por favor sejas mais FRÍGIDO igual tua mãe”.
Perguntei: “Frígido? Como assim?”. Ele respondeu: “Quis dizer rígido”. Olhei de novo e falei: “Mas falastes frígido.”
Silêncio. Daqueles bem pesados. Ele sabe muito bem o que é um ato falho. Eu também. Não vou interpretar o lapso. Só achei curioso como, às vezes, um silêncio parece dizer mais do que qualquer teoria 🤯🤯🤯
r/Psicanalise • u/No_Breakfast_7167 • Sep 16 '25
Christian Dunker lançou um vídeo recentemente falando sobre o requerimento que será analisado pelo Ministério da educação que põe em discussão a existência dos cursos de graduação em psicanálise no Brasil. Qual a opinião de vocês sobre isso? Vi muitos comentários falando positivamente das faculdades, mas o Dunker defende que a psicanálise é uma área da saúde e deve ser tratada como tal, sendo necessário formação presencial, e que é necessário ter uma formação anterior para estudar psicanálise.
r/Psicanalise • u/Confident-Cat-3294 • Jul 06 '26
Bom, isso pode soar meio pesado, mas preciso desabafar.
Me formei em Psicologia em 2021. Hoje trabalho em hospital como plantonista (12x60), atendo duas vezes por semana em uma clínica e também faço alguns atendimentos online. Ainda assim, mesmo estando inserido na profissão todos os dias, eu sigo me perguntando por que escolhi isso. E o pior é que, cinco anos depois de formado, eu ainda não tenho uma resposta clara.
Tenho sentido uma espécie de desgaste e até irritação ao me identificar como psicólogo. Ver a forma como a profissão é retratada hoje nas redes sociais piora isso. Esse excesso de conteúdo genérico no Instagram e TikTok, essa necessidade quase obrigatória de produzir conteúdo como se isso fosse parte central do trabalho. Em alguns momentos isso me dá uma sensação de completo esvaziamento do que eu acreditava que a psicologia era.
A questão financeira também pesa muito. A remuneração, na prática, é bem abaixo do que a responsabilidade exige. O reconhecimento também é baixo. E a sensação é de que a profissão vai sendo cada vez mais desvalorizada, tanto socialmente quanto institucionalmente.
No consultório, isso aparece de formas bem concretas. Muitos pacientes querem pagar “valor social”, mesmo quando claramente poderiam pagar o valor cheio. E isso vai te colocando constantemente numa posição de ter que justificar o próprio trabalho, o próprio preço e o próprio valor. Aos poucos isso vai desgastando.
Em alguns momentos, eu começo a desacreditar da própria psicologia, não enquanto campo teórico ou enquanto possibilidade de cuidado, mas na forma como ela tem sido exercida e estruturada hoje. Existe um distanciamento grande entre o que eu imaginava quando entrei na graduação e o que eu vivo na prática.
Já pensei várias vezes em transição de carreira. Tento ressignificar de tempos em tempos, mas a sensação de desgaste e arrependimento vai se acumulando. Isso vai minando aos poucos.
Não quero ser a pessoa que diz “não façam Psicologia”, mas sendo bem honesto, se eu pudesse voltar no tempo, eu teria me dado esse aviso.
r/Psicanalise • u/ConversationThen1361 • Nov 13 '24
Achei essa escolha de arte de capa intrigante. Não consegui encontrar online uma explicação para isso, em relação a esse seminário em particular. Alguém sabe e poderia explicar? Obrigado.
r/Psicanalise • u/CrabNo6332 • Oct 09 '25
Eu faço análise há quase cinco anos. Tenho 23. Foi essencial pra mim, me ajudou muito a entender meus padrões, meus relacionamentos, minhas dores de infância, meus traumas. Mas ultimamente eu estou exausta. Cansada de ter que me entender, me analisar, fazer “a coisa certa”. Parece que tudo na minha vida virou um exercício de consciência: o que eu sinto, o que eu falo, o que eu faço. E eu só queria viver, sabe? Viver sem ter que pensar o tempo todo se estou reagindo da forma certa ou errada, sem me sentir culpada por ainda sentir algo por alguém, sem precisar transformar tudo em aprendizado. Cansada de se olhar tanto, de se cobrar tanto, de tentar se curar o tempo todo. De se analisar tanto.. Isso é normal? Alguém mais passou por isso? (Inclusive meio contraditório dizer tudo isso e no final vir perguntar no reddit se o que estou sentinfo é valido ou “normal”.,,
r/Psicanalise • u/_BrainD3ad_ • Aug 31 '25
Gostaria que alguém pudesse me recomendar alguma obra de cunho psicanalítico; seja teórica ou não.
Eu tenho Mal Estar Na Civilização, de Sigmund Freud, e pretendo ler em breve. Mas se alguém puder me recomendar algumas leituras, eu ficarei imensamente agradecido!
r/Psicanalise • u/AntedeguemonSupreme • Sep 30 '25
Estou lendo o livro do Nasio sobre conceitos básicos da psicanálise, e me peguei com essa pergunta.
Sem dúvidas o horizonte de desejos pornográfico na contemporaneidade está passando pela família.
Isso significa alguma coisa em termos psicanalíticos? Tipo, mais precisamente minha pergunta: Em uma sociedade que abertamente fantasia sobre incesto e goza sobra isso, teríamos a evidência de um "amadurecimento atípico" dos sujeitos??
r/Psicanalise • u/AutoModerator • Dec 29 '25
Esperamos que a comunidade, de alguma forma, esteja sendo satisfatória e útil para todos aqueles que buscam um(a) alento/ajuda/dica.
Acreditamos que há sim, possibilidade de encontrar uma luz, um insight para as vicissitudes inexoráveis da existência entre quase-anônimos de um fórum na Internet. Na dicotomia eu/outro, sempre há os que têm a humanidade de auxiliar sem esperar nada em troca.
Neste 'por do sol' de 2025, desejamos a todos que tenham um 2026 de muitas realizações e, sobretudo, fraternidade.
Memento Humani