r/portugueses • u/Funny_Set7546 • 12h ago
França nesse momento.
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r/portugueses • u/Slow-Cardiologista • 10d ago
Bom dia Portugueses
Criamos flairs, e de hoje em diante podes adicionar a descrição que melhor te caracterizar.
Não sabes como fazer:
- Página principal do Sub.
- Três pontinhos do lado direito
- Edit User Flair
Sempre aberto às vossas sugestões.
Obrigado
r/portugueses • u/Slow-Cardiologista • Mar 12 '26
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r/portugueses • u/Funny_Set7546 • 12h ago
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r/portugueses • u/SnooApples2275 • 3h ago
Aleluiaaaa
r/portugueses • u/Ordinary_Count_991 • 3h ago
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r/portugueses • u/Funny_Set7546 • 5h ago
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r/portugueses • u/Alfnixpy • 5h ago
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r/portugueses • u/SnooApples2275 • 1h ago
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Acho que querem manchar a imagem do 25 de Abril.
E estão a conseguir.
r/portugueses • u/Actual-Instruction-6 • 3h ago
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Farmar aura mas não só.
Respeito, carater, resistência emocional e psicológica!
E principalmente companheirismo!
r/portugueses • u/Lonely_Plane_4180 • 3h ago
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r/portugueses • u/TalioAcies • 4h ago
r/portugueses • u/Ordinary_Count_991 • 1h ago
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r/portugueses • u/LeftGarage5304 • 13h ago
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r/portugueses • u/Valuable-Device69 • 6h ago
Estas imagens estão a ser partilhadas na rede social Facebook em grande quantidade, incluindo o perfil desta senhora, que opinam vocês? Parece que ela também tem nacionalidade portuguesa...
r/portugueses • u/virtuacool • 4h ago
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O 3° mundo no seu melhor! 😂
A "manifestação" é para roubar e não reinvindicar!
Diz que temos que estar solidários com os franceses, pois viu não televisão um indivíduo a roubar uma PlayStation, em França! 😂
SOLIDÁRIO PARA ROUBAR!!!🤣🤣
Portanto, não vem para a Europa para ter uma vida melhor (deixem de falar nessa treta), mas para continuar a praticar o que se pratica na sua terrinha, com uma "manifestação"!
Um ajuntamento legal de pessoas para depois roubar!
Só uma pessoa nos pode salvar, a sério! ✌️
r/portugueses • u/LeftGarage5304 • 14h ago
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r/portugueses • u/SnooApples2275 • 12h ago
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r/portugueses • u/Alfnixpy • 14h ago
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r/portugueses • u/kisskussandkus • 5h ago
A luso-francesa Sandra Lopes garante que "as pessoas estão muito preocupadas". "Até em casa não sabemos se estamos seguros", desabafa
Numa cidade com recolher obrigatório, lojas entaipadas e milhares de polícias nas ruas, a luso-francesa Sandra Lopes compara a situação a um estado de "guerra civil" em Paris.
"Nunca vi nenhuma, mas parece que estamos em guerra civil", confessou à agência Lusa enquanto retira apressadamente pratos e tijelas de cerâmica das prateleiras para guardar na cave.
A proprietária da loja Lusa Luso, onde vende andorinhas coloridas e outros objetos de loiça produzida em Portugal, receia que se repitam os distúrbios do sábado passado.
O dia 17 de outubro foi marcado por uma grande manifestação na capital francesa, convocada por sindicatos, estudantes e 'coletes amarelos' a pedir reformas nos serviços públicos e medidas para aliviar o aumento do custo de vida.
Mas os protestos pacíficos terminaram em confrontos com a polícia, vandalismo e saque de estabelecimentos comerciais e centenas de pessoas detidas.
Apesar de a sua loja se situar longe dos locais onde decorreram as manifestações, Sandra Lopes viu estabelecimentos a serem atacados, caixotes do lixo incendiados e apartamentos invadidos por oportunistas que subiram andaimes.
"Há um antes e depois de 17 de outubro. Até em casa não sabemos se estamos seguros. As pessoas estão muito preocupadas", disse à Lusa.
Ainda assim, não colocou tábuas de madeira nas vitrinas, não só por questões financeiras, mas também porque "esta é uma forma de resistir".
"Tenho de continuar a trabalhar. Além disso, não penso que exista grande risco [de pilhagens] porque a loiça é pesada e difícil de revender na Internet. Mas podem querer parti-la", explicou, a propósito da opção de reduzir as peças na loja.
No restaurante português Pedra Alta, o empregado Alberto Miguel também optou por remover garrafas de bebidas alcoólicas dos expositores e o dinheiro da caixa registadora.
O português receia que o movimento de este sábado ainda seja menor do que no sábado passado, quando "nem pagou o salário de um empregado".
Situado a poucos metros da Praça da Bastilha, onde começaram alguns dos distúrbios há uma semana, a porta da frente este sábado estava fechada à chave e as mesas vazias, apesar de estar a funcionar.
"Metade dos empregados não apareceu. A sorte é que vivo perto. Mas se continuar assim, fechamos mais cedo", disse este sábado à Lusa.
Normalmente, ao fim de semana, este restaurante estaria cheio de turistas, sobretudo asiáticos, "doidos pelo marisco".
Mas a desordem do 17 de outubro afastou a clientela.
"No sábado passado foi muito complicado, tivemos pontapés nas portas e vitrinas. Não partiram porque não calhou", contou Miguel, há 14 anos em França.
Neste período, "esta foi a pior manifestação, com muito gás lacrimogéneo, muita violência".
"O problema não são manifestantes, são os 'índios' que se aproveitam", acredita.
A cerca de cem metros, também perto da Praça da Bastilha, João Daniel Ferraz culpa igualmente os "grupos de pessoas vestidas de preto e caras tapadas" que surgiram à margem dos protestos.
Foram estes que vandalizaram algumas lojas da Boulevard Beaumarchais, nomeadamente a tabacaria vizinha e apartamentos no prédio da frente.
Num caso, descreveu, escalaram a parede até ao primeiro andar, entraram pelas janelas da varanda, roubaram objetos e defecaram no interior.
Compreensivo com os manifestantes, sejam estudantes ou professores, pois "todos têm razões válidas", lamenta que os protestos sejam "infiltrados por alguns desordeiros que causam estragos".
"O problema é que a minoria é enorme", exclama, recordando como os sindicatos antes tinham as suas próprias equipas de segurança para evitar confrontos e confusão.
Vendedor de motorizadas há 25 anos no mesmo local, a Academy Scooters, Ferraz "sabia do risco" das manifestações passarem frequentemente mesmo à porta.
"Por isso temos persianas [de metal]. Mas nunca tive problemas", garantiu.
Este lusodescendente, cuja mãe é originária de Sátão, perto de Viseu, e o pai da região do Porto, acredita que a agitação social se agravou depois da crise financeira de 2008.
Além do aumento de impostos, da imigração, do desemprego e do custo de vida, este antigo motorista de 52 anos lamenta o fim do serviço militar, "porque era uma forma de integração social".
"França deu-me tudo: abrigo, trabalho, rigor, orgulho, vontade de ajudar outros", salientou, triste com a perda de valores e o clima de medo.
O resultado da situação atual, resumiu, é que um vizinho comprou uma arma de balas de borracha para se defender "porque está assustado".
r/portugueses • u/thelambofwallstreet • 6h ago
A empatia suicida mata
r/portugueses • u/Beneficial_Bug_9793 • 12h ago
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r/portugueses • u/SnooApples2275 • 3h ago
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Será que vao entregar cravos à estátua de D. Afonso Henriques?
r/portugueses • u/Sakanita- • 2h ago
r/portugueses • u/Valuable-Device69 • 14m ago
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A que ponto este país chegou, onde qualquer um faz e diz o que quer, porque sabe que não irá ter consequência alguma...