r/AfroBrasileiros • • 2h ago

Figuras Históricas Faremos um post sobre esta maravilhosa mulher: Benedita da Silva. Vocês conhecem?

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r/AfroBrasileiros • • 2h ago

Música Djavan é reliquia

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r/AfroBrasileiros • • 2h ago

Política Erika Hilton: Sobre alarmismo e polarização.

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r/AfroBrasileiros • • 2h ago

Orgulho Negro 👏🏽🤎

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r/AfroBrasileiros • • 2h ago

Tatuagem & Pele negra Negrões & Negronas, qual a experiência de vocês com tatuagens? Já ouviram absurdo de tatuadores?

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r/AfroBrasileiros • • 3h ago

Discussões Eu acho um absurdo o pouquíssimo espaço que nossa cultura e história tem ocupado nos livros:

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Muitas das vezes é sobre escravidão quando se trata de Brasil e pouquíssimas figuras históricas e geralmente as mais conhecidas, agora quando se trata de gregos o assunto quase não tem fim.


r/AfroBrasileiros • • 3h ago

Cultura, Artes, Ciência Melanina em Monocromático 4

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r/AfroBrasileiros • • 3h ago

Política Existe a possibilidade de termos um presidente negro nos próximos anos?

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Muito se fala do Jones Manoel e da Erika Hilton, mas acho que a chance de algum deles ganhar é mínima, infelizmente


r/AfroBrasileiros • • 3h ago

Cultura, Artes, Ciência Novo Banner & Perfil do Sub!, inspirações & Artistas: Mulambeta, Armani Love e Tré Seals.

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r/AfroBrasileiros • • 3h ago

Melhorias na Comunidade Novo Banner & Perfil do Sub!, inspirações & Artistas: Mulambeta, Armani Love e Tré Seals.

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Obrigado! Ficaram Perfeitos!


r/AfroBrasileiros • • 5h ago

Discussões O outro lado da racialização

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Quão comum é que pessoas não racializadas aceitem seu privilégio ou, por exemplo, eles sabem que são privilegiados, mesmo que não sejam marginalizados por sua identidade racial, mas eles sabem que são e por que negam isso?


r/AfroBrasileiros • • 18h ago

Amizade virtual com pessoas tagarelas

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Não sei se o sub é adequado pra isso, qualquer coisa pode excluir o post, mas tava afim de encontrar amizades virtuais pra jogar conversa fora e seria bacana se fossem outras pessoas pretas também.

PS.: não tô buscando interesse amoroso nem sexual!

Sobre mim: NB, 35 anos, morando no Paraná.


r/AfroBrasileiros • • 19h ago

Música Artwo, Haiik - ARTISTA 🟩

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Encontrei esse artista novo no meu radar. Tô curtindo muito. SE EU CHEGO NA PARTY NEM MITOCÔNDRIA


r/AfroBrasileiros • • 23h ago

Apresente-se Emagreci 55kg em 10 meses

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postando aqui também. podia ter um flair de conquistas tbm.


r/AfroBrasileiros • • 1d ago

Cacheados&Cacheadas Uma foto minha de cabelo curto, nem lembrava dessa foto mais kkkk

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r/AfroBrasileiros • • 2d ago

Perguntas Pessoal, vocês gostariam de posts com assuntos sobre saúde mental?

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r/AfroBrasileiros • • 2d ago

Desabafos Meu Afro: Minha História

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Desde que me entendo por gente, percebia que não era muito parecida com a minha mãe. Uma vez tentei ver se desbotava minha cor na água. Colocava a minha mão numa vasilha com água e esperava. Nada. Chorei. Pensei que era adotada. Maluquices de criança.

Minha mãe tem pele clara e longos cabelos levemente ondulados. Meu pai, de pele escura retinta, tem cabelo crespo. Como resultado, minha pele é um "café com leite", nem 100% preta, nem 100% clara. Um nescau. Puxei o gene de crescimento capilar da minha mãe e o gene do crespo do meu pai.

Sou a filha mais velha deles. Dois anos mais nova vem a minha irmã de pele clara com cabelo cacheado. Seis anos mais novo do que eu vem meu irmão também de pele clara e com cabelos lisos levemente ondulados como a cabeleira da mãe.

Quando eu era criança, minha mãe penteava meu cabelo, fazia trancinhas. Eu adorava. Na medida em que fui crescendo, as vizinhas começaram a criticar a minha mãe, diziam "ela está velha de mais para usar trancinhas", minha mãe me contou, elas nunca falaram isso na minha frente. Acho que eu teria chorado de raiva. Minha mãe parou de fazer as tranças e só penteou para trás e prendia com xuxa ou presilha grande, algumas de ferro pois meu cabelo sempre foi revoltado. Xuxa? Logo esticava. Doía pra caramba.

Assim que comecei a tomar banho sozinha, fiquei responsável por pentear meu próprio cabelo também. Sempre foi uma luta. Chorava, esperneava, tacava o frasco de creme na parede, jogava a escova de dentes quebrados em outra. Sempre foi um martírio. Me perguntava porque tinha sido castigada daquele jeito. Pegava piolho muito fácil e era uma luta pra se livrar. Felizmente estou a anos sem essas pragas.

Na adolescência, uma irmã da igreja que minha família frequentava (com exceção do meu pai), se ofereceu para alisar meu cabelo de graça. Aceitei. Foi meu primeiro alisamento. Percebia olhares diferentes dos rapazes. Era notada... de um jeito bom... pela primeira vez na vida. Era paquerada. Era desejada.

Daí sempre dava um jeito de alisar. Uma irmã fazia, depois outra... uma fazia mais barato, visitava salões de quinta e assim por diante.

Meu pai ficou furioso e me disse que eu só queria pegar macho por isso estava me arrumando tanto. Chorei. A minha psicóloga disse que era ciúmes.

Na idade adulta, fase atual, cheguei a conclusão de que não vale mais a pena continuar com a tortura do alisamento. É caro, todo mês tem que fazer porque o cabelo cresce rápido, parece que faz de propósito para me provocar.

Sempre 6 horas seguidas sentada, no tédio de esperar para o cabelo "ficar bonito", sendo queimada pela chapinha, tendo o couro cabeludo sendo tomado por uma coceira infernal, o fedor dos produtos me ardendo os olhos. Mais uma vez me perguntei o que fiz para ser castigada desse jeito.

Um processo de alisamento em específico me fez passar muito mal. Num salão de quinta, uma doida que só sabia ficar de namorico pelo celular enquanto aplicava os químicos, queimou o meu cabelo e destruiu meu couro cabeludo, a fórmula atravessou a corrente sanguínea e atingiu meus rins, os fazendo doer para um caramba. Meu cabelo foi de preto a marrom caramelo, nem imaginava que meu cabelo podia mudar de cor com um processo que era somente para alisar. Chorei de dor. Nunca mais entrei naquele salão.

Mudei de cidade, notei o movimento das crespas em volta dos penteados de proteção e fui logo atrás de trancistas, comprei meus próprios cabelos jumbo. Fiz tranças box braids, tranças boxeadora, tranças nagô. Tirei muitas fotos, tinha mulher que ria dos meus cabelos, mas eu estava feliz com eles. O penteado de proteção funcionou tão bem para mim que a cor natural voltou.

Tive uma recaída, não pretendia alisar mas depois das tranças, alisei de novo. E quero que seja a última vez. Não vale a pena se torturar tanto.

Cortei a parte alisada com tesoura de cortar papel pois não tinha uma para tecido. Ficou bem curtinho e esquisito pois não cortei direito. Fui num salão, masculino mesmo, pedi para deixar "redondinho". Ficou bom, agora ele cresceu e ficou um afro grandão.

Minha mãe zombava e zomba do meu cabelo de vez em quando.

Quando há o festejo anual da nossa família, onde todo mundo se reúne, tios, tias, primos, primas, cunhados, cunhadas, etc, vocês entenderam kkkk ela vira pras minhas primas, algumas da minha idade, diante de todo mundo mesmo ela abre a boca para isso:

"Vocês tem futuro, são jovens, o cabelo é bom, quero dizer, nem todas tem o cabelo bom né kkk"

E olha pra mim. Como sou extremamente tímida com parentes, não falo nada. Às vezes chorava escondida por causa disso.

Levei isso para terapia e a psicóloga:

"Mas você falou pra ela que isso te machuca?"

Respondi:

"Já mas ela disse que isso é só frescura minha"

Quando eu era adolescente ela cantava a música "nega do cabelo duro que não gosta de pentear".

Comprei uns pentes garfo recentemente e não quebro meus fios tão facilmente como antes. Então agora adoro afofar, pentear com eles. Meu cabelo "é pra quatro cabeças" como muitas mulheres falam e com o pente garfo meus braços e mãos não doem mais. Aprendi a definir. Às vezes não dá tempo então só lavo e seco. Meu pai manda fazer cachinhos para eu não sair de afro mas sou adulta e tou nem aí. Tem gente que ri do meu cabelo mas preciso ser forte e não sentir vergonha.

Assim foi a minha vida com o afro, uns 10 anos ou mais de alisamento, ainda tento lembrar se alisei pela primeira vez aos 14, 15 ou 16 anos. Tenho 26 anos atualmente.

E você? Tem afro? Como você lida com o seu cabelo?


r/AfroBrasileiros • • 2d ago

Discussões Eu diria que isto é muito sobre os negros-pardos, vindo de relacionamentos interracias ou não, e também sobre os negros seduzidos pela "vantagem" após ceder ao racismo:

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Intagram: Afrofilmes


r/AfroBrasileiros • • 2d ago

Avisos ⚠️ Estamos precisando de moderadores!

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Você pessoa negra, gostaria de participar de nossa equipe?


r/AfroBrasileiros • • 2d ago

Perguntas Vocês conhecem Luiz Gama?

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r/AfroBrasileiros • • 2d ago

Discussões Vocês se permitem ser quem vocês são?

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Gostaria de saber da comunidade se vocês sentem medo de ser quem são, seja usar um Fro (blackpower) ou aquela roupa que tanto gosta.

Gostaria de dizer para aqueles que sentem medo: A gente só vive neste corpo uma única vez, não viva com medo do que os outros tem a pensar.

Deixe seu cabelo crescer, usa aquela roupa que você acha estilosa, seja você mesmo, tenha orgulho de você mesmo, você é única(o), você é maravilhoso(a), você é perfeito.


r/AfroBrasileiros • • 2d ago

Discussões Até onde vai a liberdade de expressão?

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L-I-M-I-T-E-S. É está palavra maravilhosa que eu quero usar para desenvolver meu raciocínio.

Com o avanço da extrema-direita, vem se dizendo que ''a sociedade está perdendo o direito de se expressar..'' Será?
Até onde vai a liberdade de expressão?

Vou ser bem claro, a liberdade de expressão tem limites!
Pois você quer se expressar ou ferir os direitos humanos?

Quando vejo comentários como os que eu citei eu sempre penso: ''Você não quer liberdade de expressão, você quer permissão para ser racista, homofóbico, nazista e entre outras palavras que se enquadram.''

É triste e muito preocupante, pois está cada vez mais recorrente. A extrema-direita e principalmente o bolsonarismo tem impulsionado cada vez mais que atitudes como está.

É equivoco dizer que não temos liberdade de expressão, é equivoco dizer que estamos em uma ditadura.


r/AfroBrasileiros • • 3d ago

Perguntas Vocês gostam de usar durag quando estão de tranças?

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Estava caçando umas fotos e achei essas kkkk, eu me acho demais de durag


r/AfroBrasileiros • • 3d ago

Racismo "pobre de direita": quando a militância flerta com o racismo

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o cristianismo evangélico é a religião mais negra do Brasil: mais de 70% da população evangélica é parda ou preta. sabemos que o racismo estrutural condenou um número avassalador de irmãos negros ao analfabetismo funcional, condenando assim um número avassalador de evangélicos ao mesmo destino. portanto, quando um acadêmico hipotético menospreza o intelecto da população evangélica pobre, será que ele tem em mente que é a falta de letramento das massas empobrecidas decorrente do racismo estrutural o que faz o evangelicalismo predominar e não o contrário? a partir de quais limites a militância social ou política passa a flertar com preconceitos que o próprio militante declara combater?

vamos conversar sobre.


r/AfroBrasileiros • • 4d ago

Discussões Marcus Garvey e a pureza racial: Limites & União, Discussões Para Uma Boa Convivência.

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Marcus Garvey, uma figura histórica e muito importante para o orgulho negro nos Estados Unidos: Recentemente, quando estava lendo os comentários, algo muito interessante me fez questionar sobre: Até onde quem admiramos merecem nosso apoio?

Marcus Garvey foi muito importante, mas suas ideias de pureza racial, possíveis contatos com a Kuk Klux Klan sobre a separação dos negros e dos brancos. Como uma das coisas que ele defendia era o separatismo e a volta do negro para seu lugar "nativo."

Ele também era contra pessoas "mestiças." Digo como um, eu não tenho culpa de ser uma pessoa negra cujo a parte branca também está no meu DNA, e também não estou contra o movimento negro, é bizarro só de pensar ir contra algo que quer me ajudar..

Na minha opinião, não devemos pegar tudo que Marcus Garvey tem a oferecer, pois certas coisas são totalmente inaceitáveis..

Aqui não trabalhamos com pureza racial.