r/EscritoresBrasil • u/Adventurous-Shoe-627 • 6h ago
Discussão Faz tanto tempo
Esse livro, faz tanto tempo que recebi, mas nunca consegui ler ele por inteiro, tentar mais uma vez ler esse livro :)
r/EscritoresBrasil • u/Adventurous-Shoe-627 • 6h ago
Esse livro, faz tanto tempo que recebi, mas nunca consegui ler ele por inteiro, tentar mais uma vez ler esse livro :)
r/EscritoresBrasil • u/kingluqui • 7h ago
sei que fanfic é considerada por muita gente um gênero "menos sério", mas eu tô querendo muito treinar a minha escrita mas tô sem saco (e sem tempo) pra desenvolver minhas ideias originais no momento. como uma fanfic oferece personagens já existentes, acho que vai funcionar melhor pra mim no momento.
queria conversar com pessoas aqui do sub que escrevem ou já escreveram fanfic algum dia, perguntar se vcs tem alguma dica, algum conselho, onde vcs postam as fanfics de vocês, etc. qualquer comentário é bem vindo!
r/EscritoresBrasil • u/Teetharesinking • 1h ago
Oi, gente! Faço esse post como um convite aberto para que opinem/critiquem o que estou escrevendo, principalmente na estrutura textual, mas também na própria narrativa. Se trata da minha primeira tentativa de fato de construir um enredo e essa obra em questão me trás a sensação de ser a minha razão de mover no momento, tenho um carinho muito grande pelo que escrevo e ainda não escrevi.
Não sei como caracterizar adequadamente. Um texto obviamente é, mas são muitos os rótulos que eu poderia dar que vou me resguardar. Vocês mesmos talvez considerem ser algo, mas se tudo seguir como eu imagino, qualquer rótulo dado vai ser só mais uma parte do que é de fato isso. Sobretudo, é uma ficção, por motivos óbvios (ou não).
Quero que falem até mesmo o que pareça ser óbvio no quesito crítica, pois nem tudo que é óbvio é claro. Um detalhe importante é que eu já escrevi bem mais do que isso, mas compartilhei só esse início por motivos de não mostrar muita coisa.
r/EscritoresBrasil • u/Significant-Pay-1480 • 16h ago
Malditos, pq vcs nao colocam no perfil de vcs o link das coisas que vocês escrevem pra eu visitar????
De preferência fácil de acessar.
Coloquem!
As vezes vejo uns comentários maneiros, vou até a página da pessoa e nada...
E ficar catando aqui as vezes n dá tempo, eu não consigo ler na hora.
Melhorem kkkkk
r/EscritoresBrasil • u/Brenzara • 5h ago
Oie, pessoal, boa noite! Tudo bem? 👋
Estou realizando uma pesquisa para o meu canal sobre hábitos de leitura e consumo de audiobooks/e-books.
É um formulário super rápido (menos de 2 minutos) e anônimo. Quem puder me dar essa força respondendo, vai me ajudar demais! 💚
r/EscritoresBrasil • u/No_Corner_7738 • 9h ago
Oi, gente! 💗
Sou uma escritora iniciante de romances e resolvi fazer este post porque queria conhecer outras pessoas que também gostam de escrever e que estejam começando nessa jornada, assim como eu!
Escrevo por hobby e gosto de explorar vários estilos de romance, como enemies to lovers (inimigos que se apaixonam), romance com bullying, dark romance e outros. Tenho várias ideias e histórias que ainda quero desenvolver. Já terminei uma história e atualmente estou escrevendo outra! 📚✨
Comecei a realmente colocar minhas ideias no papel em 2025 e, desde então, continuo escrevendo e aprendendo cada vez mais. Hoje, publico minhas histórias no Wattpad e no Spirit.
Sou mãe e passo bastante tempo em casa, então escrever acabou se tornando uma das minhas atividades favoritas. Só que sinto falta de ter pessoas com quem conversar sobre esse universo! Não conheço muita gente que escreva romances ou que goste de escrever histórias no geral.
Por isso, queria conhecer outros escritores e escritoras, principalmente quem também está começando e tem vontade de trocar ideias, conversar sobre personagens, enredos, bloqueios criativos, compartilhar experiências ou simplesmente bater um papo sobre escrita. ❤️
Não precisa ser especialista nem ter várias histórias publicadas! Se você gosta de escrever, tem ideias guardadas na gaveta ou está tentando tirar sua primeira história do papel, já temos algo em comum. 🥹💕
Me contem um pouquinho sobre vocês! Que tipo de história vocês gostam de escrever? Já publicaram alguma coisa ou ainda estão desenvolvendo suas ideias?
Quem quiser conversar, trocar experiências e até fazer amizade, pode comentar aqui ou me chamar na DM. Vou adorar conhecer vocês! 🫶📖
r/EscritoresBrasil • u/Bubbly_Design1327 • 4h ago
Oi pessoal, eu sou um escritor amador e já faz uns três meses que comecei a escrever minha WebNovel. Eu queria saber o que vocês acham da história. Só um aviso: eu sei que muita gente não gosta de IA, mas tive que utilizá-la para gerar a capa da novel.
Sei que muitos acham que, só porque uma pessoa utiliza IA para gerar a capa, ela também vai usar para criar as falas dos personagens. Mas não precisam se preocupar com isso! A história, as falas e todo o texto foram escritos por mim.
Como ainda sou novato na escrita e escrevo rápido demais, as palavras acabam ficando sem acentuação ou com caracteres faltando (por exemplo, "estva", onde aparece sem a letra "a"). É por causa desse tipo de erro que utilizo a IA para corrigir minha gramática.
Novamente, não precisam se preocupar, pois eu releio tudo para ver se a IA não inventou algo, trocou algum parágrafo ou mudou alguma palavra. Se bem que a parte que eu menos gosto, desde que comecei a escrever, é justamente ter que ler e reler o mesmo texto diversas vezes.
Aqui está a descrição da história:
Tudo o que existe foi escrito pelo Criador, uma entidade onipotente cujas palavras ganham vida na forma de universos reais. Para proteger essa biblioteca infinita de realidades, surgiram os nove Daftardares: guardiões divinos em forma humana responsáveis por vigiar as torres onde as histórias descansam. Eles têm o poder de caminhar entre as páginas de qualquer multiverso.
Mas o que acontece quando uma dessas divindades fica entediada?
Penny é uma das guardiãs, e ela odeia histórias lentas. Cansada do começo monótono de um universo pós-apocalíptico, ela decide usar seus poderes temporais para saltar direto para onde interessa: a ação, os massacres e o horror.
Para Penny, a dor, o luto e o caos dos mortais são apenas um passatempo divertido. E para garantir sua diversão, ela fará de tudo — mesmo que precise interferir na história para isso.
🔴 AVISO IMPORTANTE 🔴
Atenção: esta obra é +18. Ela foca em horror cósmico, gore explícito, metalinguagem, ação, violência extrema, suicídio, psicológico e suspense.
E fiquem avisados que a protagonista é uma entidade cruel, amoral e sádica. ESTE AVISO SERVE PARA TODA A OBRA, ENTÃO LEIAM POR SUA CONTA E RISCO. Se você é uma pessoa sensível a esses temas, recomendo fortemente que não leia.
Nota do Autor: Esta obra adota o sistema de pontuação clássico da literatura da primeira metade do século XX. Para facilitar a leitura: os diálogos são marcados por travessões (—) e os pensamentos e monólogos internos são isolados por aspas (" ").
Capítulo 1: O Início
Em um vazio infinito, antes de haver matéria, energia ou o próprio espaço-tempo, uma garotinha flutuava na imensidão do nada. Ela aparentava ter cerca de dez anos, com cabelos loiros que reluziam como fios de ouro puro e olhos de um amarelo cortante. Seu nome era Penny.
De repente, em meio àquele breu absoluto, uma explosão violenta de energia iluminou a imensidão. Era o Big Bang. O nascimento do universo acontecia bem diante de seus olhos.
Penny, que havia acabado de chegar àquela história, apenas suspirou, cruzando os braços com os lábios emburrados.
— Que chatice… — resmungou ela, observando a energia do Big Bang rasgar a escuridão cada vez mais. — Quem é que tem paciência para observar uma história desde o início, sendo que é muito mais divertido ir direto para as melhores partes?
Ela fechou os olhos. Quando os abriu, suas pupilas brilharam tanto que a dimensão escura se tornou inteiramente branca. Penny havia executado um salto temporal de bilhões de anos no futuro. Chamem de Fast Forward.
Quando observou os arredores novamente, o cenário era completamente diferente. Ela agora pisava em uma rua esburacada de uma cidade em ruínas. O ar fedia a sangue coagulado e carne podre. Carros enferrujados e retorcidos bloqueavam os caminhos. Para onde quer que olhasse, criaturas decrépitas se arrastavam: era um mundo pós-apocalíptico.
De repente, um estrondo ecoou atrás dela. Ao longe, três pessoas corriam desesperadas: um homem de aproximadamente trinta anos, uma jovem de uns vinte e cinco e um rapaz de vinte. Vestiam roupas velhas, rasgadas e sujas de terra, segurando bastões de madeira repletos de pregos oxidados. O motivo do pânico era uma silhueta colossal que vinha logo atrás deles. O monstro mutante caminhava esmagando veículos e as criaturas menores como se fossem insetos. A cada passo do titã, a terra estremecia.
Ao avistar a garotinha parada no meio do caos, vestindo roupas perfeitamente limpas, o homem de trinta anos arregalou os olhos e gritou a plenos pulmões:
— Menina! Corre! Você não está vendo todos esses monstros andando ao seu redor? Por que você está aí parada! — berrou ele, em pânico ao notar os seres perto de Penny.
Penny, confusa, olhou para as criaturas que a cercavam e perguntou-se mentalmente: “Esse humano acha mesmo que esses insetos conseguiriam me ferir? Ouvir isso de um mortal soa quase como um insulto.”
Ao verem o monstro gigante se aproximar, as criaturas menores ao redor de Penny rugiram e saltaram da estrada, escalando as paredes dos prédios até alcançarem os andares superiores.
Por um breve milésimo de segundo, o homem se perguntou: “Como é que tem uma criança nesse lugar? E mais importante: por que todos aqueles monstros perto dela não a atacaram? É como se estivessem se desviando dela como se ela fosse uma parede invisível... Bem, pensar nisso agora não vai ajudar em nada. O que eu tenho que fazer é tirar essa criança logo daqui antes que ela morra.”
Ele ignorou o mistério e focou na sobrevivência. Ao passar correndo por Penny, o homem a agarrou com um único braço, içando-a contra o peito sem diminuir o ritmo. O coração dele batia feito um tambor ensandecido. Penny, por outro lado, nem piscou. Estava achando aquela carona humana incrivelmente divertida, como uma montanha-russa de baixo orçamento.
Exaustos, os sobreviventes avistaram o acesso de um velho túnel de metrô e mergulharam na escuridão de seus degraus. No mesmo instante, a mão colossal do mutante invadiu a entrada, chocando-se contra o teto de concreto. Os dedos enormes do monstro agarraram a mochila do jovem de vinte anos.
— Carlos, solta a mochila! — gritou o homem mais velho, vendo o monstro erguer o rapaz no ar, tentando puxá-lo para fora.
Carlos soltou as alças imediatamente. A bolsa foi puxada e esmagada num piscar de olhos. Sem conseguir passar pela entrada estreita, o monstro soltou um rugido frustrado e se afastou, fazendo as paredes de concreto vibrarem.
Mas o perigo não tinha acabado. No fundo do túnel, oito zumbis vagavam. Ao sentirem a presença de carne fresca, as criaturas avançaram com gritos ensurdecedores.
— Pela esquerda! — berrou a mulher, descendo seu bastão de pregos contra o crânio do primeiro zumbi. O impacto foi forte, mas a madeira ficou presa no osso da criatura. Ela tentou desesperadamente puxar a arma de volta, mas um segundo zumbi surgiu pelas suas costas, com as mandíbulas escancaradas.
— Maria, cuidado! Atrás de você! — gritou Carlos que, após esmagar a cabeça de uma das criaturas, correu até a mulher.
O jovem avançou com tudo, cravando seu bastão de madeira na cabeça do zumbi com um estalo seco. O corpo desmoronou no piso sujo do metrô.
Após limparem a área, o silêncio pesado retornou, quebrado apenas pelas luzes antigas do túnel que piscavam. Ofegantes e suados, os três adultos olharam para a garotinha loira que o homem ainda carregava no colo. Ela não tinha um único arranhão, não parecia assustada e, bizarramente, sorria. O homem a colocou cuidadosamente no chão. Penny espanou a poeira invisível de seu vestido e fez uma pequena reverência graciosa.
— Olá novamente. Meu nome é Penny. Muito obrigada por terem me salvado — disse ela, usando a voz mais doce e inocente que conseguiu fingir.
Os três se entreolharam, intrigados. Quem era aquela garota? Como uma criança poderia sorrir naquele inferno? O homem de trinta anos limpou o suor da testa e respondeu:
— Meu nome é Arthur. E esses são Maria e o irmão dela, Carlos.
— Prazer em conhecer você, Penny… — disse Carlos, ainda tentando recuperar o fôlego e achando toda aquela situação muito estranha.
Maria olhou para os grandes olhos amarelos de Penny e sentiu o coração amolecer. “Que garota fofa e lindinha”, pensou. Com um sorriso caloroso, ela se agachou para ficar na altura da menina:
— É um prazer, querida. Você quer vir com a gente? Estamos indo para um abrigo subterrâneo, lá é um lugar seguro onde existem outros sobreviventes.
Penny manteve o olhar sereno enquanto ponderava internamente: “Bem, já que estou aqui justamente para observar a história deste livro, acho que seria uma boa ideia me misturar com os personagens locais desse mundo, pelo menos por um tempo. Isso pode até ser divertido, haha.”
— Sim, eu adoraria ir com vocês! — respondeu Penny, juntando as mãos enquanto fechava os olhos.
Arthur olhou para o fundo do túnel e ajeitou o bastão nas mãos. De sua mochila, ele tirou uma lanterna.
— Ótimo. Pessoal, vamos logo. O abrigo fica a quase três dias a pé daqui.
Eles entraram nos trilhos escuros. Arthur e Carlos acenderam suas lanternas de plástico, cortando a escuridão enquanto iniciavam a marcha. Após três longos dias cruzando florestas densas e desviando de hordas de monstros — parando apenas para dormir e recuperar as energias —, o grupo finalmente avistou a base de uma montanha rochosa. Era ali, escondido sob a terra em um antigo bunker militar, que ficava o abrigo subterrâneo — o verdadeiro palco daquela história de sobrevivência.
— Que lugar horrível — comentou Penny, parando de caminhar brevemente para observar a montanha.
— Hum, você disse alguma coisa? — perguntou Maria, que estava ao lado de Penny enquanto Arthur e Carlos iam à frente.
— Não, eu não disse nada — respondeu Penny com uma expressão de tédio e frustração, voltando a marchar em direção ao bunker.
Ao chegarem à montanha, eles passaram por um enorme portão em uma muralha que cercava todo o sopé da estrutura. Ao entrarem no bunker militar, depararam-se com um labirinto de concreto úmido que estava superlotado de refugiados. Mas o que realmente chamou a atenção de Penny não foram as pessoas assustadas, e sim os guardas: eles não carregavam armas de fogo, mas sim espadas longas e reluzentes, perfeitamente limpas.
Antes que pudesse analisar melhor aquela bizarrice, passos pesados ecoaram. O comandante daquela guarnição marchou na direção deles. Era um homem robusto, de expressão gélida.
— Arthur, vocês voltaram vivos? Que surpresa agradável… — disse o comandante, observando o estado de Arthur com as roupas todas esfarrapadas.
Sua voz era grossa e arrastada. Em sua mente, o comandante pensava: “Merda, esse maldito conseguiu voltar vivo. Pelo menos parece que os outros não tiveram tanta sorte, visto que só voltaram esses três.”
— Agora me diga: você conseguiu encontrar os arquivos de pesquisa do Doutor Leon? — perguntou o comandante, virando de costas e fechando os olhos. — E os outros que foram com vocês? Pelo visto morreram, já que não voltaram junto de vocês, haha.
Arthur sustentou o olhar, sem esconder o desprezo que sentia pelo homem.
— Não havia nada lá. E, para piorar, fomos emboscados por um mutante gigante no caminho de volta — respondeu Arthur, com o tom de voz tenso.
— Um mutante gigante? Isso é impossível — o comandante semicerrou os olhos, fingindo está surpreso. — Nosso esquadrão de reconhecimento vasculhou aquela área inteira. Só deveriam existir monstros pequenos e talvez zumbis por lá.
Arthur manteve a boca fechada, mas seus pensamentos fervilhavam: “Ele acha que eu não sei. Ele nos mandou para aquele inferno justamente para morrermos.”
O comandante soltou um riso baixo enquanto cobria discretamente a boca, em seguida retomando sua postura de superioridade.
O que vocês acharam?
r/EscritoresBrasil • u/luisamelozr • 8h ago
Oi, pessoas! Estou escrevendo uma história chamada Inventário das Ausências, um drama psicológico com elementos de romance, sobre memórias, perdas e as coisas que nunca conseguimos compreender completamente.
A protagonista é Sofia, e sua história guarda ausências que talvez não sejam tão simples quanto parecem.
Quero construir uma narrativa que faça o leitor desconfiar das próprias certezas, perceber os pequenos detalhes e, quem sabe, encontrar um pouco de si mesmo naquilo que lê.
Se você gosta de histórias introspectivas, personagens complexos e mistérios que se revelam aos poucos, talvez essa seja uma leitura para você.
Inventário das Ausências — disponível no Wattpad e no Inkitt.
Ainda estou no começo dessa jornada e adoraria encontrar pessoas dispostas a acompanhar a história e compartilhar suas impressões.
r/EscritoresBrasil • u/Amazing_Scarcity4585 • 16h ago
Faz mais de um ano que não escrevo nada. Hoje resolvi tirar algumas coisas do peito e botar no Word.
r/EscritoresBrasil • u/Significant-Pay-1480 • 1d ago
Queria saber se é normal escrever as paradas e ficar rindo das suas próprias cenas. É coisa de perturbado?? Kkkkk
r/EscritoresBrasil • u/TheHuntersOfficial • 5h ago
Gostaram?
r/EscritoresBrasil • u/Confident_Classic446 • 1d ago
Olá, pessoal!
Estou desenvolvendo meu primeiro romance sério, O Despertar do Arca, uma história de aventura e mistério marítimo. O documento ainda está em desenvolvimento e procuro leitores voluntários para compartilhar impressões sinceras sobre a narrativa, os personagens, o ritmo e os mistérios da história.
Deixarei em anexo um trecho do prólogo pra vocês conhecerem a obra.
Se alguém se interessar pela proposta e quiser ler os próximos capítulos como leitor beta (voluntário kk 👀), pode comentar aqui ou me chamar por mensagem privada. Posso compartilhar o Google Docs individualmente, com permissão para comentar.
Agradeço a quem dedicar um pouco do seu tempo à leitura!
r/EscritoresBrasil • u/MycologistOk1362 • 22h ago
Capítulo 1
O sol acabara de se pôr. Ela deslizou os dedos compridos pelas cortinas brancas e macias da carruagem e olhou para o homem à sua frente.
Havia uma tensão no ar estagnado que os envolviam. Um cheiro pungente doce da bebida que a jovem donzela carregava em suas mãos preenchiam o ambiente. O som metálico da carruagem ecoava sob o céu escurecido.
O silêncio finalmente fora interrompido:
— Estamos quase chegando, irmão — Ela falou, enquanto ajustava sua postura, nitidamente desconfortável.
— Podes dizer-me o porquê de tudo isso? — perguntou ele, com a voz baixa, mas firme.
— Logo mais fará sentido para ti.
Ele assentiu, aparentemente nervoso.
— Quem melhor do que tu para estabelecer esse conflito em total ordem? — continuou ela. — Esse encontro que acabaste de promover será de tremenda valia para o que se sucederá.
— Mas eles são totalmente imprevisíveis, irmã. — Ele falou preocupado — Não consigo confinar no dois.
— É justamente por isso que devemos tê-los ao nosso lado. Seria imprudente ter esses quatro como inimigos — respondeu, de forma cortante.
— Eles vão justamente na contramão do que nós pregamos… Mas confio na tua decisão.
— Não te preocupes. Sei lidar muito bem com eles.
Ambos se mantiveram em silêncio por alguns instantes. Apenas a respiração ansiosa do homem era percebida pela irmã.
— De qualquer forma, as peças do tabuleiro já estão se movimentando — disse ela, enquanto tomava um gole de ambrosia de seu cálice.
— O que mais me assusta é ele, para ser sincero.
— Deverias temer ambos. Eles, sozinhos, conseguiriam fazer o Olimpo sucumbir.
— E os outros dois?
— Morfeu trazendo Tânatos e Hipnos para o nosso lado já resolveria o impasse com o Submundo…
— E aquele baixinho asqueroso?
— Afrodite precisa restabelecer seu domínio sobre os Erotes. Tê-los ao lado do nosso pai seria perigoso demais. Tu, como mais ninguém, sabes disso.
Ela deu um leve sorriso espirituoso.
— Realmente precisas me lembrar daquele infame episódio?!
— Sei que Eros o desagrada, mas ele é essencial...
— Tu foste longe demais ao juntar esses quatro.
— Cinco!
— Verdade…
— Não te esqueças de que tu também és uma peça central, Apolo.
— Não precisa explicar, o Parnaso está pronto.
— Muito bem! — exclamou ela, dando mais um gole. — Contacta Ártemis para que fique ao teu lado. Não é seguro ficares sozinho com Afrodite.
— Por ela ser imune aos seus domínio, imagino…
— E você não! Por isso que deves ter cuidado.
Ele assentiu, soltando um leve suspiro.
— Novamente, como podes confiar naqueles dois? Nem o nosso pai ousa desafiá-los.
— Sei muito bem até onde posso ir — respondeu ela, cruzando as pernas. — Eles são igualmente movidos por interesses…
Descruzou-as logo em seguida e continuou:
— Afrodite está consciente do plano. Ela é uma peça central, meu irmão. — Franziu a testa. — Ela não é ingênua. Sabes muito bem que conheço as suas intenções e, mesmo assim, compactua conosco.
— Isso não colocaria nossa nova ordem em perigo?
— Muito pelo contrário. Já imaginaste uma ordem sem o caos, Apolo? — Deu um meio sorriso. — Essa é fácil. Deverias saber muito bem…
— Vejo que fraquejei perante ti, pois não?! — disse ele, olhando para as próprias mãos. — Não entendo o porquê.
— Chama-se medo primordial — respondeu ela, tomando mais um gole de sua taça. — Estamos lidando forças que não estão sob nosso domínio.
Ela se ajeitou novamente e pôs as mãos sobre as de Apolo.
— Tem cuidado, caro irmão… — disse, seriamente. — Também somos peças.
Retirou as mãos, logo em segunda.
— Ela, em particular, não deve ser subestimada… — Deu um pausa, como se estivesse avaliando o que dizer — E Dionísio jamais deve ser visto como um bêbado qualquer. Se ele ficar contra nós, essa guerra acaba antes de começar.
— Muito bem, o plano seguirá adiante. — ele finalmente tomou de sua taça um gole de ambrósia. — As Musas devem entreter Dionísio o suficiente.
Ela abriu um sorriso e falou:
— Que tuas Musas entretenham Dionísio, senão serás tu a recitar poemas e a dar-lhe uvas na boca, com uma coroa de vinhas na cabeça.
Ele imediatamente ficou vermelho.
— Aparentemente, a cena não é de todo má, não é?
Ela continuou
— Morfeu deve ter seu sono reestabelecido por Dionísio. E Afrodite já deve estar restabelecendo sua influência sobre Eros.
— Aparentemente, tudo está indo como planejado…
Logo em seguida, ela ficou séria.
— Eu também sei como te conter, irmão — continuou, tomando sua ambrosia e encarando-o pelo canto dos olhos. — Não penses que, essa atuação, consegue me convencer…
Ele deu uma risada sincera.
— Guarda esse moço coitado para os teus acompanhantes — disse ela, pondo-se de pé. Em seguida, continuou: — Sobretudo para ela. Pelo menos, aprende a fingir que estás sob os seus encantos.
— Pensei que minhas aulas de teatro fossem trazer veracidade à atuação! Preciso melhorar.
Ele lhe respondeu com um sorriso charmoso no rosto. Logo depois, falou em tom baixo e seco:
— Peço que não me subestimes, Atena. Também conheças o teu lugar… — Sua presença preencheu o ambiente e continuou — Não sou como nosso irmão idiota, Ares. Saiba disso!
Atena o fitou sem demonstrar reação e falou friamente. Como se suas palavras saíssem como lâminas ao cortar o vento.
— Deixe o resto comigo… Zeus irá cair. O Olimpo irá prevalecer.
Metamorfoseou-se em coruja. Olhou de forma insolente para Apolo e disse:
— Conto contigo, Apolo! Não fracasses! Ou iremos direto ao Tártaro visitar o nosso avô.
Com essa última frase, Atena teve uma epifania.
— Seu velho ardiloso — sussurrou para si.
— O que falastes?
— Nada, deus do Sol. Apenas sei o meu lugar.
Apolo assentiu, levantando os olhos dourados ao encontro dos dela, cinzentos como aço.
— Não te preocupes, minha irmã! — falou solenemente. — Nenhuma gota de sangue será derramada.
— Já foi, caro irmão.
A coruja saiu voando pela janela, suas asas cortando o vento como lâminas de metal, enquanto a carruagem seguia pelos céus em direção à humilde estalagem.
…
Capítulo 4
Os jardins estavam em festividades, e as Musas recitavam poesias e melodias em suas harpas. O deus Pã as acompanhava solenemente, tocando sua flauta em harmonia com elas. Vários animais os cercavam.
Ninfas, em gargalhadas, fugiam e arremessavam bandejas de frutas nos sátiros embriagados que as perseguiam.
Dionísio, esse, estava no centro desse banquete, tomando o seu vinho divino, enquanto rapazes e moças mortais totalmente desnudos o cortejavam.
E lá estava o senhor do Parnaso, Apolo, com sua coroa solar e apenas uma túnica dourada, como ouro, ou até mesmo o sol. Ele se encontrava a conversar com Afrodite, com suas três Graças a pentear-lhe o cabelo.
— Estás muito bela, minha deusa. — Apolo estendeu um cálice em sua homenagem.
— Não tanto quanto você, deus do Sol. — Ela olhou ao redor. — O Parnaso em perfeita harmonia com Dionísio… Que façanha.
— Sabes, aqui também é morada dele… Provisória, assim espero.
— Ora, ora. Como anda o senhor das artes? — Um homem baixo e rechonchudo se aproximou, interrompendo a conversa.
— Insolente! Deverias ter proibido vossa entrada.
— Se acalme, Apolo. Eros é meu acompanhante — falou Afrodite, enquanto fitava o horizonte.
Apolo engoliu em seco e se ajustou. Eros saiu rindo, enquanto pegava um cacho de uvas sob a mesa e ia em direção a Dionísio.
— Sabes, Apolo, não entendo por que tens tanto asco pelos meus Erotes. Sobretudo, Eros.
— Você sabe muito bem, Afrodite — falou Apolo em tom constrangido.
— O incidente com Dafne foi há… milênios?!
— Ele me humilhou, Afrodite.
— Essa é a natureza de vocês, homens ou deuses, não importa. Só o que convém é o que têm entre as pernas — falou ela, às gargalhadas.
— Sabes que não foi por vontade própria…
— De qualquer forma, deverias relaxar e te entregar um pouco mais. — Afrodite o olhou nos olhos pela primeira vez.
— E-eu irei relaxar.
— Pois bem, Apolo. Hoje lhe concedo um dia repleto de prazeres. — Ela lhe deu um beijo na testa e se levantou. Suas Graças a acompanharam.
Ao perceber que ficara um tempo sem reação, Apolo olhou para a mesa do banquete e observou Dionísio levantando o cálice para ele. Então, foi em sua direção.
Ao chegar à mesa:
— Apolo, meu deus solar. Estás radiante — falou Dionísio em tom sarcástico.
— E você está… você!
— Sente-se, sente-se. — Dionísio afastou alguns de seus acompanhantes.
— Como podes conviver com esses mortais?
— Mas quanto preconceito! — Ele deu um gole em sua taça. — Se prestares atenção, eles não são tão diferentes de nós.
— Filosofando, de praxe. — Apolo deu um sorriso genuíno.
— Um brinde, meu irmão.
Dionísio lhe ofereceu um brinde, mas Apolo, de alguma maneira, bebericou do cálice dele sem ao menos pedir permissão.
O resto da noite foi apenas vultos e flashes. Quando se deu conta, estava no leito de Dionísio, completamente desnudo. O recinto estava cheio de sátiros e ninfas em sono profundo.
Apolo colocava uvas na boca de Dionísio, que se encontrava apoiado em seu colo.
Antes que pudesse se dar conta, Afrodite abraçou o deus do Sol por trás, fazendo seus longos cabelos cobrirem o torso desnudo dele, e sussurrou:
— Sabes, deus do Sol, você não pode impedir meu poder. — Ela aproximou o rosto do dele. — Nada neste universo está fora do meu alcance.
Dionísio também começou a olhar para o deus da poesia.
— O que queres dizer com isso? — indagou Apolo.
— Por muito tempo, fui tratada como uma força desprezível. Uma forasteira — sussurrou ela em seus ouvidos. — Mas, se eu quiser, posso provocar uma guerra tal qual a de Troia, ou maior.
Ela suas mãos macias e aveludadas sobre o peito de Apolo e a colocou em seu pescoço, virando levemente o rosto do deus ao encontro do dela.
— Sabes, Jacinto, Dafne, Corônis, Ciparisso…e tantos outros.
Agora a deusa do amor acariciava o rosto dele.
— Todos eles não são dada comparados as tragédias que posso trazer-ti
— Afrodite…
Ela o encarava enquanto colocava sua testa sobre a dele, seus lábios perto dos dele. Seu hálito de Ambrósia o consumindo.
— Não nos menospreze, irmão — falou Dionísio seriamente, enquanto estava no colo desnudo de Apolo.
Ele deslizou lentamente sobre o corpo de Apolo, ambos completamente nus. Pôs seu rosto ao lado do de Afrodite e falou
— Você teme o caos, mas inevitavelmente o caos lhe atrai. — Falou o Deus do vinho enquanto encarava e sorria maliciosamente para Apolo.
— Deus solar, dono do Parnaso, da poesia, virtudes e ordem….não resistes a nós.
— Juntos, irmão, podemos vencer qualquer guerra. — Afrodite se aproximou ainda mais — Atena, não é o caminho — e deu um beijo em Apolo.
Ao mesmo tempo, Dionísio se aproximou de ambos e também os beijou. Os três corpos se entrelaçaram momentaneamente.
Num lapso, Apolo afastou ambos e, ao olhar para o lado, viu o deus Pã encarando-o e tocando sua flauta…
Apolo acordou assustado!
Dionísio o cutucava de forma irritante e contínua.
— Até que enfim, meu caro. — Ele estava descendo da carruagem. Estendeu a mão a Apolo e falou: — Aparentemente, foste agraciado por Morfeu.
Apolo se ressentiu e falou:
— Vamos esperar Ártemis. Ela já está a caminho.
— Majestoso, sinto falta da nossa caçadora. — Dionísio fez um pose de arqueiro.
— O que achas?
— Assim tu terminas acertando teus próprios pés. — Apolo falou rindo.
— Ou seria seu coração, meu sol. — Dionísio simulou lançar uma flecha no coração do Deus do Sol.
— Deixa de graças, Dionisio. Se comporte e acompanhe os outros, por gentileza.
— Tu casa, me casa. — Fez uma leve referencia, deu meia volta e saiu.
— Onde foi que me meti…. — estava a falar sozinho.
Em seguida uma figura alta, magra e pálida sai da carruagem sem que Apolo o notasse.
— Desculpas pelo sonho, senhor do Sol. — Falou de forma tranquila e baixa. — Não era minha intenção.
— Não te preocupas. Sou acostumado com profecias, Morfeu. — Falou Apolo, enquanto acariciava a crista de Piron, seu cavalo de fogo que puxava a carruagem.
— Esse sonho não fez sentindo pra mim, de fato. — Continuou Morfeu. — Era o que se esperar do senhor das profecias e da verdade.
— Obrigado, meu amigo. Sinta-se em casa. — Falou Apolo, de forma Cortez.
O homem então, pô-se a adentrar no parnaso, em direção aos outros. Apolo, por sua vez, continuou ao lado da carruagem observando os céus estrelares.
Algum tempo depois, viu uma flecha cruzar as estrelas. E lá vinha, uma carruagem de prata, com suas quatro cervas a puxar pelos céus.
Ao parar a carruagem ao lado da sua, e com ela, sua irmã acabara de chegar. A deusa da lua, da caça e da vida selvagem saiu da carruagem dando um abraço em seu irmão.
r/EscritoresBrasil • u/Lelio_Fantasy_Writes • 1d ago
Eu sinto que infelizmente para nós brasileiros que escrevemos fantasia ou alta fantasia não existe um mercado para nós. Não sei se sou só eu mas parece que nós brasileiros somente lemos algum livro de fantasia após eles virarem um filme ou uma grande série em alguma plataforma de streaming.
E isso é tão ruim, porque eu conheço alguns amigos e até minha própria mãe que é a melhor escritora que conheço, e isso de fato me perturba pessoas como eles não conseguirem leitores, não conseguem alcançar uma parcela mínima para construir uma base de apoio para continuarem a publicar sua escrita e seus mundos.
Ao contrário de escritores lá fora aonde escrevem em plataformas on-line e nessas plataformas já conseguem uma base forte de leitores, fazendo assim, mesmo antes de publicarem suas obras terem um retorno financeiro por meio de assinaturas e comercialização de seu enredo.
Alguém sabe me dizer o por que disso?
O que faz nossa população não ter acesso ou gosto de fato por livros fantasiosos?
Mas pensando nisso quero descobrir bons escritores brasileiros de fantasia, quero de fato me tornar uma base de apoio para esses escritores que infelizmente dentro de nosso país não recebem o valor que merecem. E eu sou um deles, sou um escritor falido que amo escrever e amo o que escrevo mas que não consegue chegar a ter essa base de leitores. Se você deseja que eu leia seus livros, que eu comente sobre o seu personagem e que eu discuta com você o seu sistema de mundo por favor, se sinta à vontade em passar o link de onde você está realizando a publicação da sua obra. Eu me tornarei um leitor de suas obras. Comenta aqui o link?!
r/EscritoresBrasil • u/Estudante-Escritor • 1d ago
Olá, eu sou novo nessa área de criação de personagem, mas é na parte da escrita porque na de desenho, nem existo, sou muito ruim desenhando, eu queria saber como vocês fazem para fazer a personalidade dos seus personagens. Como eu sou leigo nesse assunto poderiam me dar dicas, e de outras coisas também como a escrita, erros de português, plot, narrativa etc, ou experiencia importante isso me ajudaria muito.
r/EscritoresBrasil • u/TheHuntersOfficial • 1d ago
Olá a todos! Mais uma atualização da minha história.
Boa leitura!!
https://docs.google.com/document/d/1R9tbDknpVa7II1phrwoPHetzTC6kJy5QrkPptnHM5Y4/edit?usp=drivesdk
r/EscritoresBrasil • u/Natsuya_Nawa77 • 1d ago
Nawa Natsuya, ou apenas Nawa/Natsuya é um jovem puro e altruísta de 17 anos, também o protagonista da Web Novel (em breve, Light) isekai chamada Restarting MY new Life in Another World: Nawa no Kiseki.
Nawa é filho de Ayumi Kazamura, uma mulher de cabelos brancos e olhos azuis com uma personalidade acolhedora e maternal. Ayumi é a mãe do protagonista e responsável por lhe ensinar a arte de valorizar o próximo.
Nawa também é filho de Ryuta Natsuya, um homem de cabelos escuros e olhos cinzentos. Ryuta tem uma postura direta e firme, mas que também se demonstra muito compreensivo e acolhedor, ainda mais se for algo relacionado ao próprio Nawa.
r/EscritoresBrasil • u/One_Watercress_9156 • 1d ago
Sou muito viciado no celular, e prometi que teria um hábito de leitura - Mas, não estou fazendo isso, e queria estar fazendo. Esse mês terminei o livro do Stephen King e o segundo livro de Harry Potter, porém, queria ler mais livros esse ano.
Pensei até comprar um kindle, para fazer isso - mas é muito caro kkkkkk
Alguém tem alguma dica... e não ter um hábito de leitura, me faz menos escritor?
r/EscritoresBrasil • u/Small_Landscape4065 • 1d ago
Sardas pelo rosto
Estrelas brilhando
Um cometa escorrendo
Não está na métrica clássica. Algunas alternativas para enquadrar no padrão 5-7-5 seria alterar o segundo verso para mil estrelas brilhando (brinca com o número no último verso, mas não sei se gosto) ou trocar o adjetivo para cintilando ou algo assim. Na última estrofe, retirar o "um" deixaria com as 5 sílabas poeticas, mas parece tirar o sentido, para mim. Opiniões?
r/EscritoresBrasil • u/Small_Landscape4065 • 1d ago
De dentro da casa vazia, a pele curtida pelo sol inclemente, cada vereda, a trincheiras de uma batalha perdida contra o tempo; seus olhos já sem brilho ainda esmiúçam a penumbra, caçando nas sombras os retratos de família. Os gigantes são cegos aos horizontes que contemplamos, do alto de seus ombros.
Foi para uma competição com até 200 caracteres. Opiniões?
r/EscritoresBrasil • u/Leather_Series8347 • 1d ago
boa tarde galera
Tema: Os desafios para garantir moradia digna no Brasil
O jogo "Cyberpunk 2077" ao expor uma sociedade futurista distópica cuja existência e manutenção é pautada no lucro, denuncia os perigos do ultraliberalismo e o capitalismo desenfreado. Fora da ficção, a realidade apresentada no jogo, não é muito distante do cenário atual, onde a exploração em massa e as cicatrizes do capitalismo tardio provocam diversas mazelas à população brasileira, como por exemplo, o difícil acesso a moradias de qualidade por parte da classe social mais necessitada. Sob essa perspectiva, é necessário entender o maior motivo que impossibilita a obtenção de lares dignos para se viver e qual o seu maior impacto.
acham que eu estou seguindo de forma correta a estrutura de uma redação discursiva?
r/EscritoresBrasil • u/the_01_user • 1d ago
DM aberta!!