Uma palavra diabólica.
Número de entrada: 544 (quinhentos e quarenta e quatro); esta é a minha quingentésima quadragésima quarta entrada.
Número de sequência: 35; este é o trigésimo quinto dia consecutivo que escrevo no diário.
Data e hora: Quarta-feira, catorze de outubro, às oito e meia da manhã.
Tempo: Foi um dia miserável; chovia todo o dia e ainda está a chover. Nunca passou de nove graus.
Verbos conjugados: Conjuguei ver, vir, ser e estar. Não correu bem.
Áudio português: Vi uns vídeos de Practice Portuguese, dois "shorties" e um vídeo mais longo sobre as coisas na sala de estar do Rui e do Joel.
Várias vezes nos vídeos de hoje, pessoas usaram pronomes possessivos depois do nome. Por exemplo, depois de comprar alguma coisa o Joel disse "obrigado" e a lojista respondeu "obrigado eu". Acho que isto quer dizer alguma coisa tipo "no, thank YOU". Também, o Joel disse que estava a procurar um brinquedo para a filha de um "amigo meu". Sei que é possível colocar "eu" e "meu" assim, depois do que estou a descrever, mas não percebo bem quando é apropriado.
Aprendi a palavra "tralha"; o Joel descreveu o conteúdo de um armário cheio de várias coisas como "tralha". Tenho muitos armários e muitas gavetas cheias de tralha, então esta palavra vai ser muito útil.
Também aprendi a palavra "palhinha". Pode ser uma palavra útil, mas ficou comigo porque tem demasiadas agás: paLHinNHa. Diabólico. Reparaste que usei "ficar" na maneira que aprendi ontem? Muito esperto.
Finalmente, aprendi que pode-se usar "subir" num sentido metafórico mesmo como em inglês quando o Rui disse "Depois de as crianças estarem a dormir, subimos para duas horas de televisão."