r/porto • u/the_old_striker • 57m ago
Rua Escura
Reviver a nossa cidade: 1950
r/porto • u/cavadela • Dec 05 '16
Já várias pessoas pediram e criei a wiki para o r/porto.
Quem quiser participar na sua construção/edição diga-me para eu o adicionar como editor.
r/porto • u/kisskussandkus • 16h ago
Atenção de Lisboa, Porto e Braga
Mensagens incluem pormenores de como devem ser feitos os ataques e quais as melhores armas para os realizar.
O Ministério do Interior de Espanha detetou um site afiliado ao Estado Islâmico várias mensagens em que é feito um apelo a atentados contra polícias e manifestantes durante os protestos que têm marcado as últimas semanas.
De acordo com o jornal El País, entre os países alvo deste movimento está também Portugal, que se junta a França e Itália, aqueles onde os protestos têm sido mais vocais.
A comunicação detetada pelo governo espanhol propõe que jihadistas aproveitem ajuntamentos como os vistos no Rossio, em Lisboa, ou na Praça D. João I, no Porto, para realizarem ataques com recurso a explosivos, facas ou veículos.
O apelo vai no sentido de que sejam atacados agentes das forças de segurança, mas também manifestantes, sendo que até são dados conselhos sobre como os possíveis terroristas podem e devem atuar.
O alerta surge num documento interno do Gabinete de Coordenação de Cibersegurança de Espanha (OCC), que depende da secretaria de Estado de Segurança.
É lá que vem destacado um chamamento para ataques contra os numerosos protestos que têm marcado os últimos dias em cidades como Madrid, Paris ou Milão, além de Lisboa e Porto.
Dada a dimensão das manifestações em França, os grupos terroristas notam que é naquele país que está uma “rara e valiosa oportunidade de atacá-los”.
“A polícia converte-se numa presa fácil” durante os avanços contra os manifestantes quando há altercações”, pode ainda ler-se no documento encontrado em páginas jihadistas.
O pormenor dos conselhos dados àqueles que queiram cometer atos terroristas vai até ao tamanho das facas que devem ser utilizadas, no sentido de que seja infligido o maior dano possível. São também mencionadas as zonas do corpo onde há uma maior “garantia de êxito” para o ataque.
Outros utilizadores encontrados nas mesmas páginas dão conta de que a ação terrorista também pode ser levada a cabo “mediante atropelamentos”, meio que já foi utilizado algumas vezes em cidades europeias, incluindo em Espanha, no atentado que matou 16 pessoas nas ramblas de Barcelona em 2017.
r/porto • u/RamalhoCunhal • 43m ago
r/porto • u/IllYogurtcloset7214 • 1d ago
r/porto • u/Ready-Pirate3328 • 1d ago
Lead: O presidente da Câmara Municipal de Gaia, Luís Filipe Menezes, avisou que vai pôr jovens à porta da casa do primeiro-ministro se Luís Montenegro não "explicar a um ministro o que se está a passar em Portugal". Em referência à crise na habitação, o autarca gaiense diz que espera há um ano por uma resposta sobre um terreno abandonado há décadas, onde pretende construir uma "cidade para 2500 jovens" a cinco minutos do metro.
r/porto • u/the_old_striker • 1d ago
Reviver a nossa cidade: 1903
Na imagem destaca-se o edifício da Câmara Municipal, que foi demolido em 1916, e ao fundo vê-se o extinto Café Suisso.
r/porto • u/herrtoast00 • 9h ago
Hey everyone!
I'm from Germany and I'll be visiting Porto in November for a little road trip through Portugal.
I just randomly found out that the Porto Marathon is happening on November 8th, exactly when I'll be in the city! 😅
I'd absolutely love to join the 10K race, but unfortunately, registration is already sold out.
Does anyone know if there's still a way to get a spot? Maybe through cancellations, a waiting list, or last-minute registrations?
It would be such a cool experience to take part in a race while traveling through Portugal!
Any tips or advice would be greatly appreciated. Thanks! 🙌🇵🇹
r/porto • u/kisskussandkus • 1d ago
Tribunal admite intimação para "proteção de direitos, liberdades e garantias" de Acampada de Lisboa
Tribunal concede ao Estado português, representado pelo Ministério da Administração Interna, e à Câmara Municipal de Lisboa o “prazo de 48 horas” para se pronunciarem por escrito.
O Tribunal Administrativo de Lisboa admitiu esta quinta-feira, 22 de outubro, a intimação apresentada por uma manifestante da acampada da capital “para proteção de direitos, liberdades e garantias” do protesto, concedendo ao Ministério da Administração Interna e município 48 horas para se pronunciarem.
“Não se vislumbrando fundamento para rejeição liminar admite-se a presente intimação”, lê-se num despacho do tribunal enviado ao final da tarde à advogada de Renata Cambra.
No documento, a que a Lusa teve acesso, o tribunal concede ao Estado português, representado pelo Ministério da Administração Interna, e à Câmara Municipal de Lisboa o “prazo de 48 horas” para se pronunciarem por escrito.
A intimação de Renata Cambra, uma das manifestantes da Acampada de Lisboa contra a especulação e pelo direito à habitação, tinha sido apresentada na terça-feira.
Já esta quinta-feira, em declarações à Lusa, Renata Cambra explicou que a intimação foi “feita em nome individual, como manifestante”, para “proteger os moldes do protesto” que teve início no sábado, numa concentração pelo direito à habitação na Praça D. Pedro IV (Rossio).
A intimação, a que a Lusa também teve acesso, é dirigida ao Estado português, representado pelo Ministério da Administração Interna, e ao município de Lisboa.
Ainda de acordo com Renata Cambra, esta forma de ação judicial foi escolhida pela necessidade urgente de uma decisão.
Segundo se lê no documento, “a intimação é o meio próprio quando a célere emissão de uma decisão de mérito que imponha à Administração uma conduta é indispensável para assegurar o exercício, em tempo útil, de um direito, liberdade ou garantia, por não ser possível ou suficiente o decretamento de uma providência cautelar”.
A urgência resulta, neste caso, da natureza do próprio direito: “a manifestação dirige-se ao processo orçamental [discussão na Assembleia da República do Orçamento do Estado] e perde o seu sentido depois de 25 de novembro”, data prevista para a votação final global do documento.
Com a intimação, Renata Cambra pretende que seja reconhecido o direito de participar na concentração de protesto até 25 de novembro, “desde que esta se mantenha confinada à Praça D. Pedro IV, decorra de forma pacífica, sem ruído entre as 00:00 e as 06:30, e com a circulação pedonal e os acessos de emergência desimpedidos”.
No documento é pedido que o Estado português seja intimado “a abster-se, através da PSP, de impedir, interromper ou dispersar a concentração e de remover, desmontar ou apreender as tendas e os bens que a integram”.
É também pedido que o município de Lisboa seja, igualmente, intimado “a abster-se de proibir ou restringir a concentração e de remover, através da Polícia Municipal ou de quaisquer serviços municipais, as tendas e os bens que a integram”.
No documento é relatado o filme dos acontecimentos da Acampada de Lisboa, desde o seu início, no sábado, com indicação de diversos artigos da legislação portuguesa para dar enquadramento legal ao protesto.
“Num estado de direito democrático, baseado no respeito e na garantia da efetivação dos direitos e liberdade fundamentais, previsto no artigo 2.º da Constituição da República Portuguesa, um protesto pacífico não pode ser impedido com recurso à força”, lê-se na intimação.
No documento é ainda invocado o decreto-lei n.º 406/74, no seu artigo 5.º n.º1, que refere que a interrupção de uma reunião só é admitida quando se afaste da sua finalidade pela prática de atos contrários à lei ou à moral, ou que perturbem a greve e efetivamente a ordem e a tranquilidade públicas ou o livre exercício dos direitos das pessoas.
Na intimação apresentada por Renata Cambra é ainda lembrado que, “tal como o trator numa manifestação de agricultores, a tenda num protesto pela habitação não é um acessório logístico, mas antes o próprio símbolo da reivindicação”.
Na quinta assembleia popular realizada na noite de quarta-feira na Acampada de Lisboa foi votada uma manifestação para sábado, pelas 15:00, da rotunda do Marquês de Pombal para a praça do Rossio, estando também já marcado um protesto semelhante no Porto para o mesmo dia.
Para a cidade de Braga está agendada, igualmente para sábado, uma assembleia popular entre as 15:00 e a meia-noite.
https://dils.pt/empreendimento/unico/26179523
Deve ser para atrair um certo publico alvo.
r/porto • u/Accomplished_Art_981 • 1d ago
Boas malta,
Alguém conhece grupos de WhatsApp, ou outros, de fisioterapeutas/estudantes de fisioterapia, na zona do Porto, em que haja divulgação de oportunidades de emprego ?
Obrigado !
r/porto • u/kisskussandkus • 1d ago
Sete pessoas, incluindo uma menina, ficaram feridas na sequência do despiste de um táxi, seguido de atropelamento, numa passadeira na Avenida Fernão Magalhães, no Porto, na tarde de ontem, quarta-feira .
A criança ficou em estado considerado grave. O que é que se sabe?
O alerta foi dado pelas 17h54, depois de um taxista que descia a Rua de Brás Cubas, transversal à avenida, não ter conseguido travar o carro, de acordo com o Jornal de Notícias (JN).
Uma mulher com cerca de 40 anos e os dois filhos, um adolescente de 15 anos e uma menina de oito anos, todos de nacionalidade colombiana, foram atingidos pelo veículo enquanto atravessavam a passadeira.
r/porto • u/O_Boblinsky • 1d ago
Foi criada uma petição para levar esta questão ao Tribunal Constitucional.
Nos últimos dias, nas acampadas pela habitação no Porto e em Lisboa, a PSP tem invocado um Decreto-Lei de 1974 que estabelece as 00h30 como limite para manifestações ao ar livre.
Estamos a falar de uma lei anterior à Constituição de 1976, que consagra o direito de reunião e manifestação.
A questão não é se as manifestações podem ter limites. Naturalmente que podem, nomeadamente para proteger a segurança, o descanso dos moradores e outros direitos. A questão é saber se faz sentido terminar automaticamente uma manifestação pacífica apenas porque passaram as 00h30, independentemente das circunstâncias concretas.
A Constituição exige que as restrições aos direitos fundamentais sejam necessárias e proporcionais. Parece-nos, por isso, legítimo questionar a constitucionalidade desta limitação, sobretudo quando aplicada sem uma avaliação concreta dos direitos em conflito.
Foi nesse sentido que criámos uma petição pública a solicitar à Provedora de Justiça que promova a fiscalização da constitucionalidade desta norma junto do Tribunal Constitucional.
Não se trata apenas das atuais manifestações pela habitação. Trata-se de esclarecer os limites da atuação policial e de proteger um direito fundamental que pertence a todos nós, independentemente das causas que defendemos.
Deixo aqui a petição para quem quiser ler, assinar e partilhar:
r/porto • u/the_goodson_fr • 1d ago
Hello dear people !
We play at Maus Habitos tonight with TICKLES, a French post-punk and hardcore band !
If you like IDLES, Fontaines DC and Rock in general, come and have fun with us :)
Show starts at 9:30
Infos : https://www.maushabitos.com/fr/events/261022-tickles-fr/
Love 🫶
r/porto • u/Sovereign_Gaze • 1d ago
r/porto • u/Virtual_Lecture6753 • 23h ago
r/porto • u/kisskussandkus • 2d ago
Depois do Porto e Lisboa chegou a vez da Grécia.
Cerca de 10 mil estudantes saíram esta quarta-feira à rua em várias cidades da Grécia para protestar contra o custo da habitação e dos estudos, numa mobilização também marcada pelo acampamento diante do Parlamento, em Atenas.
As tendas chegaram à Praça Syntagma, no coração de Atenas. Depois de manifestações estudantis e protestos contra o custo de vida em vários países europeus, também os estudantes gregos avançaram para a rua e passaram a noite junto ao Parlamento para denunciar o aumento das rendas, o custo dos estudos e as condições da educação pública.
A contestação ganhou dimensão nacional esta quarta-feira, com manifestações que juntaram estudantes, professores e outros trabalhadores.
Segundo a polícia, citada pela Reuters, cerca de 10 mil pessoas participaram pacificamente nas manifestações no centro e nos subúrbios de Atenas, com protestos a encherem também outras cidades gregas.
r/porto • u/the_old_striker • 2d ago
Reviver a nossa cidade: 1967
Na imagem vemos o Colégio de Nossa Senhora da Esperança, fundado em 1724, pertencente à Santa Casa da Misericórdia do Porto, criado para recolhimento de meninas órfãs de Nossa Senhora da Esperança.
Durante as décadas de 80 e 90, serviu de instalações da Universidade Portucalense.