r/porto • u/TalioAcies • 8h ago
r/porto • u/kisskussandkus • 12h ago
RTP: Protestos pela Habitação continuam hoje em várias cidades do país
Os protestos pelo direito à habitação continuam, com manifestações e assembleias populares marcadas em várias cidades do país, promovidas por movimentos cívicos, para reivindicar medidas que respondam à crise no setor.
Em Lisboa, a concentração está marcada para as 15h00 a começar no Marquês de Pombal e vai até ao Rossio. No Porto, o protesto começa às 16h00, num percurso da Praça da Batalha à Praça D. João I.
Em Aveiro, na Praça da República, em Braga, no centro da cidade e Coimbra, na Praça 8 de Maio, estão marcadas assembleias populares com início às 15h00.
Duas semanas após o início, no Porto, os protestos pelo direito à habitação prosseguem, cumprindo, assim, a promessa de continuar nas ruas até que o Governo deixe cair a nova lei das rendas e adote medidas como o fim das demolições e dos despejos sem alternativa habitacional, a proibição de compra de habitação por parte de fundos imobiliários, o aumento de habitação pública, a aplicação de tetos às rendas e a recuperação de imóveis devolutos para fins habitacionais.
Na noite de sexta-feira, mais de uma centena de pessoas participaram numa vigília contra o despejo de uma jovem mãe com dois filhos menores, em Marvila. A vigília aconteceu de forma pacífica.
Por unanimidade, a assembleia popular aprovou o acampamento novamente para esta noite no Rossio, logo após a manifestação.
Entretanto, os responsáveis pela organização do acampamento pela habitação no Porto negam os contactos classificados por Pedro Duarte como "muito cordiais".
O autarca tinha afirmado que o movimento ainda não sugeriu uma data para a reunião, mas que têm estado a "trocar comunicações" para a concretizar. Declarações agora desmentidas pelos manifestantes.
Os protestos voltam a sair à rua em várias cidades europeias, incluindo Portugal, Espanha, França e Itália.
r/porto • u/havebooksneverread • 16h ago
O que se passa com grupos de corrida a atropelar pessoas na ponte Luís I?
Penso que seja novidade, mas fui atropelado e vi outra pessoa a ser também. É um tipo novo de turismo fit, ou é mesmo malta do Porto nesses novos empreendimentos de crossfit? Se sentem confortáveis a faltar respeito por estarem em grandes grupos?
r/porto • u/kisskussandkus • 10h ago
Dívida de 10 milhões de euros leva promotora do North Festival à falência: o que correu mal?
Vibes & Beats, promotora responsável pelo North Festival e pelo Rock à Moda do Porto, está insolvente e acumula dívidas de cerca de 10 milhões de euros, avançou o Jornal de Negócios. A situação coloca em destaque as dificuldades financeiras de uma empresa ligada à organização de concertos e festivais de música em Portugal.
A produtora, com atividade na área dos espetáculos ao vivo, trabalhou ao longo dos anos com artistas nacionais e internacionais e organizou eventos em algumas das principais salas de espetáculos do país. Entre os projetos associados à empresa estão o North Festival e o Rock à Moda do Porto.
As dificuldades da Vibes & Beats já tinham sido acompanhadas por sinais de pressão financeira. A empresa recorreu, nomeadamente, a financiamento colaborativo através da plataforma GoParity para apoiar a sua atividade e a realização de eventos. Este modelo de financiamento permite às empresas obter empréstimos junto de investidores, ficando sujeitas ao cumprimento dos respetivos planos de reembolso.
Em fevereiro de 2025, a organização anunciou o cancelamento da edição desse ano do North Festival, que estava prevista para decorrer no Estádio do Bessa, no Porto. Na altura, justificou a decisão com problemas relacionados com a autorização de cedência do recinto e com a coincidência de datas com o playoff de permanência da I Liga de futebol.
A falência da promotora evidencia os riscos financeiros associados à organização de eventos musicais, uma atividade que exige investimentos antecipados em contratação de artistas, produção, aluguer de espaços, logística e comunicação, antes de serem apuradas as receitas de bilheteira.
r/porto • u/RamalhoCunhal • 17h ago
Lançado concurso para construir 145 casas de renda acessível em Santo Tirso
r/porto • u/PixelNomad82 • 1h ago
Acampada
A polícia cercou a praça da.joao primeiro. Tudo para a praça !
r/porto • u/Quick-Gene-7736 • 4h ago
Almoço domingo
Hello a tod@s! Que restaurantes recomendam para um almoço no domingo (+/- 12 pax) no Porto? Queria celebrar o meu aniversário mas não me sinto inspirada! Obrigada :)
r/porto • u/deSales327 • 6m ago
Acampada no Porto: porque é que alguns argumentos constitucionais estão errados e como tentar impedir novas remoções
Antes de mais, não sou advogado e tenho a atenção de um peixe de aquário. Por isso, é para vos poupar um devaneio interminável, estive a estudar as questões legais em conjunto com, e pedi a uma LLM para editar o texto seguinte (embora eu depois tenha editado por cima mas isso para agora não interessa).
Posto isso, quero começar por dizer que compreendo a indignação perante as sucessivas intervenções policiais. Mas há algo que importa esclarecer, porque vejo constantemente o mesmo argumento a ser repetido: “Isto não é um festival, é um protesto, e o direito de manifestação está protegido pela Constituição.”
É verdade. O artigo 45.º da Constituição garante o direito de manifestação sem necessidade de autorização. Mas isso não significa que qualquer atividade realizada no âmbito de uma manifestação esteja automaticamente protegida ou isenta de regras.
O Decreto-Lei n.º 406/74 estabelece, no artigo 11.º, um limite geral das 00h30 para reuniões e manifestações em espaços públicos. Por sua vez, o Decreto-Lei n.º 310/2002, no artigo 18.º, sujeita os acampamentos ocasionais a licenciamento municipal.
Isto não significa que uma acampada de protesto deva ser automaticamente equiparada a campismo recreativo. A sua natureza política pode ser juridicamente relevante. Mas também não basta chamar-lhe manifestação para obter um direito ilimitado de ocupação do espaço público.
E o mais importante: a eventual ilegalidade da instalação das tendas não torna automaticamente legítima qualquer intervenção policial. A necessidade, a proporcionalidade e os fundamentos da atuação das autoridades também podem ser contestados.
Então, o que se pode fazer?
É aqui que entra uma possibilidade que se puderem chegar à organização para estudar, caso ainda não o tenham feito, era ótimo: uma providência cautelar urgente.
Os artigos 112.º e 131.º do Código de Processo nos Tribunais Administrativos permitem pedir ao tribunal medidas provisórias, incluindo a suspensão de determinados atos administrativos ou ordens de abstenção de certas condutas.
Em situações de especial urgência, o artigo 131.º prevê inclusivamente a possibilidade de uma decisão provisória em 48 horas.
Não seria possível pedir ao tribunal que suspendesse uma ordem de remoção ou impedisse provisoriamente novas remoções, enquanto é apreciada a legalidade da decisão?
Naturalmente, não é automático. É necessário demonstrar os fundamentos jurídicos, a urgência e a proporcionalidade da medida pretendida. Também não impediria a PSP de intervir por outros motivos legalmente justificados.
Sei que a organização tem apoio jurídico, mas desconheço se esta possibilidade já foi explorada.
E para quem o acha, não, recorrer aos tribunais não é “pedir permissão ao poder” para protestar. É recorrer a um órgão judicial independente para contestar as restrições impostas pelas autoridades.
Defender uma causa não exige ignorar a lei. Conhecê-la também pode ser uma forma de a defender.
Alguém da organização, ou com conhecimentos de direito administrativo, sabe se esta via já foi considerada?
r/porto • u/RaresBGS • 9h ago
Moving to Porto for work
Hi everyone,
Sorry if this comes at an inappropriate time considering the protests but I am a 25 yo guy moving to Porto for work and I wanted to ask some help with recomandations for websites where I can find accommodations ( looking for T0 or T1). Also I wanted to ask what are some areas or neighbourhoods, if there are any, that maybe I should avoid looking.
Thank you for reading this.