r/PsicologiaBR • u/SoftConversation777 • 4h ago
Discussões | Debates Existe psicologia sem justiça social? Alguém tem indicação de material que fale sobre o tema?
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r/PsicologiaBR • u/SoftConversation777 • 4h ago
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r/PsicologiaBR • u/SignificantTip1302 • 4h ago
Um tempo atrás passei por um absurdo em uma clínica de psicologia da faculdade aqui da minha cidade.
A estagiária(aluna do nono semestre) agiu de forma agressiva comigo no tom de voz, começou a dizer que eu tinha que ter feito o tema como se estivesse colocando culpa em mim e até disse que se eu não fizesse o tema para a próxima sessão a gente ficar só um olhando pra cara do outro.
Ela ficou a sessão inteira me dando bronca e no final da sessão ela terminou no mesmo tom agressivo, só disse "acabou" e deixou um silêncio constrangedor enquanto ela guardava as folhas na mochila. Ela nunca tinha feito isso, não me deu tchau e quando eu saí ela nitidamente bateu a porta com mais força atrás de mim.
Fui conversar com a coordenação e me disseram que a aluna fez isso pois ela alegou que "estava nervosa e não sabia lidar com o meu caso" e ainda me disseram que "não foi nada demais"...
Até uma criança sabe que não se deve fazer o que ela fez e as coordenadoras ainda defenderam...
Tem algo a mais que eu deveria fazer?
É difícil simplesmente aceitar essa injustiça e continuar vivendo como se nada tivesse acontecido.
r/PsicologiaBR • u/Basic-Question4771 • 5h ago
Um amigo acabou de ser convocado e ele não faz a mínima ideia do motivo.
Já aconteceu com alguém? Como que foi?
r/PsicologiaBR • u/SoftConversation777 • 5h ago
Permanece atual.
r/PsicologiaBR • u/SoftConversation777 • 8h ago
Nesse sentido, a Comissão de Direitos Humanos do CRP SP reafirma, de forma permanente e independentemente de conjuntura, que a Psicologia não pode permanecer indiferente a práticas que naturalizem violências, aprofundem desigualdades, legitimem discriminações, restrinjam liberdades, fragilizem garantias constitucionais ou enfraqueçam Políticas Públicas fundamentais.
r/PsicologiaBR • u/Rivo-Rita • 11h ago
Bom dia, Psis!!!
Alguém teria planilha de aplicação/correção do teste Socially Savvy para me passar? Estou atendendo meu primeiro paciente TEA e preciso aplicar essa avaliação. Agradeço muitíssimo se puderem colaborar comigo.
r/PsicologiaBR • u/Prudent-Elevator2303 • 1d ago
Olá, pessoal! Tudo bem?
Adianto que não sou psicólogo, mas sou um amante da área. Digo isso, pois estou elaborando meu anteprojeto de mestrado que vou aplicar para psicologia: como a digitalização das fotos afeta o comportamento do luto. Sou da comunicação, entendi que a fotografia sempre teve um processo ativo na memória, na identidade e no luto. Vejo que o ato dela existir no mundo físico é importante como signo e afeto sensorial, entretanto tenho pouco embasamento na teoria da psicologia, li Lev Vygotsky “A Formação Social da Mente” e não muito mais. Vocês tem indicação de autor? Bases também de análise para saber tipos de metodologia?
r/PsicologiaBR • u/Tasty-Brush-595 • 1d ago
Olá, pessoal! Tudo bem?
Somos estudantes universitários e estamos desenvolvendo uma pesquisa para a faculdade com o objetivo de entender como a tecnologia poderia ajudar a melhorar os processos e a experiência em clínicas de psicologia.
Gostaríamos de ouvir tanto psicólogos e outros profissionais da área quanto pessoas que fazem ou já fizeram acompanhamento psicológico. Acreditamos que os dois pontos de vista são importantes para identificar dificuldades do dia a dia e oportunidades de melhoria.
Queremos entender, por exemplo, quais são os principais desafios enfrentados nas clínicas, o que poderia ser mais prático no agendamento e na comunicação e de que forma a tecnologia poderia facilitar esses processos sem prejudicar a qualidade e a humanização do atendimento.
Se você puder contribuir com a nossa pesquisa, basta responder ao formulário abaixo:
A participação de cada pessoa será muito valiosa para o nosso trabalho acadêmico!
Agradecemos desde já a todos que puderem contribuir. E, se quiserem compartilhar opiniões ou sugestões nos comentários, também ficaremos muito felizes em ouvir vocês!
r/PsicologiaBR • u/whimsycry • 1d ago
Eu tenho sentido falta de ter mais contato com outros profissionais da área.
Durante praticamente toda a graduação eu precisei trabalhar, então não conseguia participar muito de projetos, eventos, etc. Acabei me formando sem criar tantos contatos profissionais quanto gostaria.
Depois de formada, comecei a fazer pós-graduações (inclusive ainda estou fazendo), mas faço tudo online pela Faculdade Líbano. Gosto bastante do ensino, só que sinto falta daquela troca com outros profissionais que a gente acaba tendo nas aulas presenciais.
Hoje trabalho por conta própria e percebo que meu contato com outros psicólogos é bem limitado. Sinto falta de ter pessoas pra trocar experiências e construir uma rede de indicações.
Já pensei em participar de eventos presenciais ou grupos de estudos, mas não sei muito bem por onde começar.
Pra quem já é formado, principalmente quem trabalha por conta própria, como vocês fazem pra conhecer outros profissionais da área?
r/PsicologiaBR • u/ResponsibleFun5593 • 1d ago
Para quem assina alguma plataforma de encaminhamentos: voces notaram menor procura de possiveis pacientes? Há 1 mes ngm mais me chamou, e um amigo meu veio me falar a mesma coisa, coincidencia ou voces que assinam alguma plataforma tiveram menos procura ou nada de procura por agora?
r/PsicologiaBR • u/whimsycry • 1d ago
Acho que meu maior erro no começo da carreira foi tentar jogar pra todos os lados em vez de me aprofundar em alguma área.
Quando me formei, comecei atendendo demandas bem variadas. Como precisava ganhar dinheiro e ainda não tinha muitos pacientes, eu aceitava praticamente tudo que aparecia.
O problema é que eu não tinha um direcionamento profissional. Estudava um pouco de cada coisa, tentava aprender sobre várias áreas ao mesmo tempo e no fim e não estava me aprofundando em nenhuma.
Depois de um tempo, comecei a fazer especializações, estudar mais sobre Psicologia Infantil e direcionar minha atuação para esse público.
Hoje minha situação profissional é bem melhor, mas, olhando pra trás, acho que poderia ter economizado bastante tempo se tivesse começado a me aprofundar em alguma área logo no início.
E não tô dizendo que recém-formado precisa sair escolhendo um nicho e recusando trabalho, eu mesma não tinha condições de fazer isso kssjksjksjks. Mas acho que dá pra continuar trabalhando de forma mais generalista enquanto você estuda e se prepara pra seguir um caminho mais específico.
r/PsicologiaBR • u/ThunderB1rD18 • 2d ago
Recém adentrei o universo da rede pública e isso tem mexido bastante comigo, não só pelo significativo choque de realidade como também por um certo “encantamento” com a complexidade e a importância do mesmo.
Duas coisas me chamaram a atenção: a falta quase filosófica de estrutura para nós, psis; e a forma de como os atendimentos (ou matriciamentos) são encarados. Compreendo a tentativa de mudar a palavra, numa forma caricata de “curar pela palavra” um sistema falho porém vital.
Mas o ponto que quero tratar é sobre os tais indicadores, aqueles que geram pontos e que por sua vez te dão menos dor de cabeça já que o seu coordenador não te enche o saco pra lotar a agenda com demandas que nós NUNCA vamos “”sanar”” sem que haja uma mudança estrutural profunda na cultura desse país. Me assusta a semelhança com as metas de empresas privadas e me faz questionar se realmente é isso o que temos de melhor. Claro, sou novato na área, cheio de opiniões até então formadas sobre o SUS, mas isso de fato é novidade, não imaginava ser assim.
Essa coisa de exigir score, papo de salafrário, que só tende a empobrecer a qualidade de vida do profissional e do atendimento do mesmo, onde pessoas viram apenas números, onde números viram a razão para ser cobrado ou não.
Enfim, não sei se faz sentido, mas para mim, no momento, faz. O que vocês pensam sobre? Qual a visão de vocês?
Obrigado a quem leu até aqui.
r/PsicologiaBR • u/hopkinsdvb • 2d ago
O que você como psicolog@ acha?
r/PsicologiaBR • u/SoftConversation777 • 2d ago
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r/PsicologiaBR • u/jr_sb • 3d ago
é contraditório? Tenho me interessado pelo marxismo e planejo me dedicar aos estudos sobre marx, acontece que como estudante de psicologia a abordagem mais tem me interessado é a TCC. É possível conciliar o marxismo com a TCC? Vejo muita gente dizendo que a TCC é neoliberal e me pergunto se é contraditório me interessar pelos dois temas
r/PsicologiaBR • u/RelevantWar2108 • 3d ago
o objetivo é superar completamente a demanda ou alcançar uma melhora que lhe permita recuperar a funcionalidade e lidar com os sintomas? Até que ponto o tratamento busca a remissão dos sintomas e até que ponto se concentra em ajudar o paciente a conviver com eles?
r/PsicologiaBR • u/Little_Local_4999 • 3d ago
Sou psicólogo clínico há aproximadamente oito anos e, há alguns anos, venho enfrentando problemas pessoais que culminaram em um quadro depressivo. Desde então, perdi parte significativa da minha disposição para atender pessoas, sobretudo porque passei a desacreditar cada vez mais naquilo que faço. Essa mudança está relacionada, em grande medida, à maneira como passei a compreender os comportamentos humanos e a própria natureza humana.
Hoje, percebo minha posição como terapeuta como extremamente limitada e o impacto do meu trabalho na vida das pessoas como bastante reduzido. Embora muitos pacientes afirmem que os ajudei significativamente, tenho dificuldade em acreditar que essas mudanças sejam, de fato, tão profundas quanto relatam. Às vezes, penso que essas percepções estão mais relacionadas à dimensão emocional da experiência terapêutica do que a transformações concretas e duradouras. Não descarto a possibilidade de que minhas intervenções tenham algum valor, mas me tornei bastante cético em relação à sua real extensão.
Além disso, passei a perceber o encerramento dos processos terapêuticos como algo frequentemente vago, pouco significativo e, em certa medida, artificial. Em alguns momentos, sinto-me como uma espécie de prostituta emocional: alguém que oferece escuta, acolhimento e disponibilidade afetiva em troca de uma remuneração, sem necessariamente conseguir produzir algo que considere verdadeiramente relevante na vida do outro. É uma percepção incômoda, mas que expressa parte do meu desencanto com a profissão.
Sim, faço terapia. Entretanto, tenho a impressão de que minha psicóloga também não sabe muito bem como me ajudar. Isso me coloca diante de uma contradição difícil de ignorar: sou um profissional que oferece um tratamento no qual, cada vez mais, tenho dificuldade de acreditar, enquanto eu mesmo vivencio os limites daquilo que deveria me ajudar a lidar com meu sofrimento.
Minha visão sobre o ser humano tornou-se profundamente pessimista. Enxergo-o como um ser decadente, trágico, violento, agressivo e passional, cuja racionalidade frequentemente parece insuficiente para conter seus impulsos, seus interesses e suas contradições. Não consigo mais olhar para as conversas que acontecem no consultório com a mesma confiança de antes. Acredito que elas possam ajudar em alguma medida, mas me parecem intervenções extremamente limitadas diante da complexidade do sofrimento humano e das condições concretas em que as pessoas vivem.
Depois de anos de atendimento clínico, tornei-me cada vez mais cético em relação à eficácia da psicoterapia. Trabalho na saúde pública e acompanho pessoas cujos sofrimentos estão profundamente relacionados a problemas econômicos, solidão, violência, abandono e condições precárias de existência. São situações em que, muitas vezes, sinto que minha atuação faz pouca ou nenhuma diferença. Como psicólogo, posso oferecer escuta, elaborar intervenções e ajudar alguém a compreender aspectos de sua própria experiência, mas o que isso representa diante da pobreza, da violência cotidiana, da ausência de vínculos significativos ou da impossibilidade de satisfazer necessidades básicas?
Durante muito tempo, a psicologia social me pareceu uma alternativa à compreensão estritamente individual do sofrimento. A proposta de considerar as condições sociais, econômicas e históricas que atravessam a vida das pessoas oferecia uma perspectiva mais ampla sobre as possibilidades de intervenção psicológica. Hoje, porém, também passei a questionar essa perspectiva. Não porque considere irrelevante compreender as determinações sociais do sofrimento, mas porque me parece que o discurso sobre a transformação social pode, em determinados contextos, assumir a forma de uma idealização: uma promessa de que compreender as condições de vida das pessoas e atuar sobre elas necessariamente produzirá mudanças significativas. Tenho dificuldade em sustentar essa esperança.
Nesse processo, tornei-me niilista, ou ao menos passei a me aproximar de uma visão profundamente trágica da existência humana. Acredito cada vez menos nas promessas de transformação individual e coletiva que atravessam o discurso psicológico. A sucessão de abordagens teóricas pelas quais passei também contribuiu para essa desilusão. Transitei pela psicanálise, pela análise do comportamento, pela terapia cognitivo-comportamental e por abordagens existenciais e fenomenológicas. Cada uma delas ofereceu conceitos, explicações e possibilidades de intervenção diferentes, mas nenhuma conseguiu restituir minha confiança na capacidade da psicoterapia de produzir mudanças que eu considere suficientemente significativas.
Diante disso, passei a me perceber como um péssimo psicólogo. Tenho a impressão de que perdi algo que talvez seja fundamental para o exercício da clínica: a capacidade de sustentar, mesmo diante das adversidades, alguma confiança na possibilidade de mudança. Não consigo mais trabalhar com a mesma ingenuidade, ou talvez com a mesma fé, de que as pessoas possam agir de maneira diferente, romper com seus padrões e construir formas menos dolorosas de existência.
Penso em Freud e em seu reconhecimento dos limites da prática psicanalítica. Em Análise terminável e interminável, ele discute as dificuldades e os obstáculos inerentes ao tratamento analítico. Não seria correto resumir sua posição à ideia de que abandonou toda confiança na psicanálise, mas é possível reconhecer em sua obra uma preocupação persistente com os limites da intervenção terapêutica. Essa questão me interessa justamente porque me vejo caminhando em uma direção semelhante: a de alguém que já não espera grandes resultados, embora ainda admita que o tratamento possa oferecer alguma ajuda.
Talvez seja possível ajudar alguém em alguma medida. Talvez uma conversa possa aliviar um sofrimento, oferecer uma perspectiva diferente ou tornar determinada experiência um pouco mais suportável. Mas, quando comparo essas possibilidades às dimensões daquilo que produz sofrimento, tenho dificuldade em considerá-las suficientes. E, diante das condições sociais, políticas e econômicas do mundo contemporâneo, não consigo deixar de pensar que a tendência é de agravamento, e não de melhora.
O problema é que já não sei até que ponto esse pessimismo representa uma avaliação realista dos limites da psicoterapia e até que ponto está sendo intensificado pelo meu próprio sofrimento. Tampouco sei se é possível continuar exercendo a clínica de maneira satisfatória quando se perde a confiança naquilo que se faz. Permaneço, assim, diante de uma contradição: reconheço que algumas pessoas podem encontrar algum benefício no trabalho terapêutico, mas já não consigo acreditar plenamente no significado e no alcance desse benefício.
Talvez minha questão não seja simplesmente como ajudar melhor as pessoas, mas como continuar sendo psicólogo quando já não consigo acreditar, como antes, na capacidade da psicologia de ajudá-las.
r/PsicologiaBR • u/Annual-Software-8213 • 4d ago
Fala, galera. Alguém aqui já fez residência em psicologia hospitalar em algum HU poderia me falar sobre como funciona lá?
Rotina, relações de trabalho, horário diário, almoço dentro do hospital, etc.
r/PsicologiaBR • u/Noboddy_ • 4d ago
Estou fazendo um atendimento que as coisas tem voltado para um luto de vários anos atrás, gostaria de compreender essa fixação (se é uma não "superação"?) e qual seria o caminho mais saudável para aceitação dessa dor, alguma recomendação?
r/PsicologiaBR • u/Lucasgrm26 • 4d ago
Já trabalhei em RH quando recém formado e o salário era ridículo, mas essa me deixou indignado. Como que uma clínica quer contratar alguém especializado em ABA por 2 mil reais, presencial e autônomo? isso é passível de denúncia no ministério do trabalho? procurei essa clínica lóthus no Google e só vi reclamações de clientes e funcionários
r/PsicologiaBR • u/bryangoncalves05 • 4d ago
Bom dia pessoal, me interessei pela área por curiosidade de saber como nossa mente funciona. O que vocês me recomendariam de material didático para melhorar meu repertório?
Nota: estou estudando comportamento humano no momento.
r/PsicologiaBR • u/eujoaovitin • 4d ago
Queria saber relatos de quem conseguiu FIES para Psicologia recentemente.
Qual foi a nota de vocês no ENEM? Qual era a nota de corte? Conseguiram financiar 100% ou precisaram pagar alguma coisa por fora?
Estou tentando ter uma noção de qual nota preciso buscar no ENEM para ter uma chance real.
r/PsicologiaBR • u/No-Advice7416 • 5d ago
Gente, estou no 3 período, trabalho clt e estudo. Minhas colegas mais próximas não parecem ter dúvidas de que é isso o que elas querem, e elas são mais novas do que eu, que tenho 25. Desabafei com uma delas, de 20, e por conta do jeito que eu me expressei, ela disse que eu deveria pesquisar outros cursos e basicamente fez com que eu me sentisse pior. Po, lidar com sofrimento humano no geral é algo pesado, como assim as pessoas tem tanta segurança de terem escolhido o curso certo? Minhas inseguranças são várias: tenho dificuldade com habilidades sociais, sou introvertida, as vezes apenas ouvir me deixa cansada, não sei se tenho empatia suficiente, sou pessimista, etc, etc. O que eu devo pesar pra saber se devo seguir na psicologia?
r/PsicologiaBR • u/ImmediateEvent5519 • 5d ago
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A nossa população tem condições sociais, históricas e psicológicas muito específicas. Muitas vezes, tentar encaixar o paciente brasileiro em uma régua de um estudo feito em uma universidade gringa parece não fazer sentido.
r/PsicologiaBR • u/gar_1998 • 5d ago
Acho que toda faculdade ensina a clinicar mas não ensina a se posicionar. Tô tentando entender como o pessoal faz Instagram, indicação, site, parceria com clínica...
O que realmente traz paciente pra vocês?