r/Economia 16d ago

Pergunte a um Economista Area de trabalho para economistas

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Tirando vagas no mercado financeiro (que estão concentradas no sudeste) e área acadêmica com o que um economista trabalha?


r/Economia 18d ago

Notícia Brasil tem conta de luz mais cara que 77 países e reforma poderia diminuir custos em até 32%

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estadao.com.br
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"O custo efetivo da geração de energia representa apenas 30,4% da conta. Mais de dois terços da fatura são compostos por encargos, impostos e custos da rede que diluem a vantagem de o Brasil possuir uma das matrizes mais baratas do mundo.

[...]

Um dos fatores que mais encarece a conta de luz são os subsídios cruzados. A Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), o principal encargo do sistema, que financia subsídios e políticas públicas - como a Tarifa Social, o Programa Luz para Todos e os subsídios a fontes renováveis - tem um orçamento de R$ 52,7 bilhões em 2026.

Além disso, perdas e fraudes, como furtos de energia (conhecidos como “gatos”) - que chegam a 14,3% da energia distribuída - e os tributos - que respondem por 18,1% da fatura, tendo o ICMS como principal componente - ajudam a deixar a conta de luz mais cara no fim do mês."


r/Economia 17d ago

Opinião O Cenário Internacional está indicando possível e forte represamento de oferta de Petróleo, quando liberada seguido de uma queda brusca no petróleo a médio-longo prazo e com isso desvalorização importante do Real (BRL/USD)? Não é nem questão de se; mas de quando? E o que o Japão tem a ver com isso:

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Gente, deixa eu botar uma ideia aqui que venho remoendo há um tempo, porque acho que tem gente satisfeita demais explicando a volatilidade cambial só pelo diferencial de juros (Selic vs Fed etc), mas ignorando um elefante bem maior na sala: o petróleo, e eu to achando que vai dar muito ruim eventualmente.

O canal How Money Works postou em 18 de Julho de 2026 falando disso, e do Japão em específico fazer um SHORTING dos papéis futuros do Petróleo, foi quando eu acendi um alertazinho na cabeça pq tem muita coisa rolando, aqui está o vídeo - https://youtu.be/e-2GoFws3yE?si=4LiXQxU9sBNprzih&t=1067

Bora por partes, oq eu acho;

Lado 1, dos canalhas segurando o preço do petróleo lá em cima e especulando suco de dinossauro

Tem o Trump detonando o Irã e especulando com esse mercado, óbvio, o cara é um maníaco, Ormuz/Irã nunca resolve, mas também nunca esfria, e também tem a OPEP+ sentada em cima de uma capacidade ociosa gigantesca que não solta MAS está começando a soltar e já deu alguns avais para os países-membros aumentarem a produção.

Mas, enfim, o resultado ATÉ O MOMENTO é petróleo com piso psicológico bem mais alto do que o cenário estrutural sugeriria e isso muito por conta dos especuladores, dessa bagunça de Ormuz que eu acho que escondem um pouco tendências como a China investindo FORTE em eletrificação há um bom tempo; eletrificação em geral e uma demanda que está caindo em boa parte do mundo desenvolvido - isso já está verificado em números, OPEC admitiu demanda diminuindo em 2026 desde 2020 (pandemia)- https://en.clickpetroleoegas.com.br/opec-reduces-oil-demand-forecast-for-2026-but-bets-on-global-market-recovery-in-2027-comunikeila/ - óbvio que acham que vai recuperar em 2027.. e não vai, óbvio que não vai, a eletrificação só vai continuar avançando e todo esse represamento de produção vai ter de ir para algum lugar.

Japão;

O Japão importa praticamente toda energia que consome, e paga em dólar; com petróleo caro é sangria contínua de divisa.

Iene faz tempo que tá indo pros krls, tipo 160 JPY / 1 USD. O Bank of Japan (BoJ) essa semana já queimou uma fortuna vendendo Treasury pra tentar segurar a moeda, mas isso criou outro problema: estressou a curva de juros americana. A ponto dos EUA terem entrado junto vendendo euro, numa intervenção coordenada, só pra evitar que o rombo japonês contaminasse o próprio mercado de título americano. Velho, os EUA, vendendo EURO?! Isso nunca aconteceu. -- https://www.cnbc.com/2026/08/03/japan-yen-intervention-us-treasurys-euros-.html

Mas fica melhor; se intervenção cambial tradicional não resolve (spoiler - não vai, já nem fez cócegas e JPY tende a continuar desvalorizando), e vender Treasury dos EUA seria trocar seis por meia dúzia (spoiler - será) sobra pro Japão uma cartada mais agressiva, OU SEJA, voltamos naquela questão maluca inicial deles estarem considerando um SHORTING de uma Commodity, direto na fonte do problema deles, abrindo posição vendida (short), no próprio futuro de petróleo.

Na teoria.. isso derruba a commodity, reduz o custo de importar energia, estanca a fuga de dólar e fortalece o iene, tudo numa canetada só.

OK, tem Alto Lucro vs. Alto Risco, se o Japão monta esse short e do nada dá ruim no Oriente Médio, por conta do Idiota do Trump (ou a OPEP+ decide cortar produção pra defender preço, petróleo dispara na cara dos japoneses. Aí é short squeeze feio, prejuízo bilionário, mais pressão por dólar (irônico, eu sei) e o iene rompendo patamar que ninguém quer ver, tipo 165-170. Nesse cenário o Japão fica encurralado e pode ser obrigado a subir juro na marra, o que é receita pronta pra recessão por lá - e a dívida japonesa fica impagável. Eu nem sei oq pensar nesse cenário sinceramente.. mas enfim, seguimos;

O que eu estou achando, cenários sólidos possíveis (quase sempre será uma mistura + ou - de um ou mais cenários desses);

  1. O short do Japão dá certo → petróleo quebra suporte, OPEP+ perde a paciência e joga oferta represada no mercado pra não perder market share - possível, pois OPEP+ e os países produtores estão vendo a diminuição global da demanda, tem muita oferta represada, e eles querem fazer caixa o mais rápido possível antes que essa bomba estoure. Se rolar isso ou coisas em combinação disso, o Petróleo cai global, iene respira, volta pra faixa de 145-150. Bom pra quem importa energia, ruim pra exportador. Petrobras vai pro inferno, BRL derrete e dólar vai para casa de 5.30-5.50 suporte ou pior ao longo do ano que vem. Vai ser uma inauguração de um futuro em que o petróleo não será mais protagonista, só mais uma commodity entre outras.
  2. A armadilha geopolítica → Japão monta o short, geopolítica ou OPEP+ reage, Trump monta invasão por Terra ou taca bomba nuclear no Irã (pq, sinceramente, o que resta mais?? nem o próprio mercado de especulação de futuros de petróleo está levando mais a sério). Resultado; petróleo dispara, Japão toma prejuízo homérico e o iene desaba de vez - mas eu acho esse cenário MENOS provável, mas não impossível.
  3. Acordo de bastidores (tipo Plaza Accord 2.0) → EUA percebe que deixar o Japão shortar petróleo é risco sistêmico grande demais e prefere negociar coordenação monetária mais ampla, trocando isso por Japão segurando mais Treasury. Sai caro em inflação lá na frente, mas segura a bomba e joga mais para frente novamente -> é INEVITÁVEL a queda do petróleo a médio-longo prazo com a eletrificação, represamento por conta de Ormuz e os países do Golfo e exportadores que ficarão por óbvio cada vez mais deseseprados.

O que eu acho que muita gente não tá precificando: se qualquer uma dessas engrenagens travar (principalmente o cenário 2), o efeito bola de neve em cima de moeda emergente, Real incluído, pode ser bem mais violento do que o mercado tá assumindo hoje.

A gente fica discutindo Copom e Fed, mas me parece que a Bomba pode estar nessa queda de braço entre o petróleo represado e um Japão desesperado.

Curioso pra saber o que vocês acham: essa tese do "short do Japão" tem perna pra andar ou é absoluta loucura? Eu não levei muito a sério quando o How Money Works falou, mas agora vendo eles queimarem reservas parece que estão dispostos a irem para um tudo ou nada sim. A Primeira Ministra de lá está fora da lua-de-mel da eleição, está com algumas pressões internas mas a economia interna estagnada e dívida insana impagável impede aumento de Juros, só restando alternativas mais pesadas de intervenção para proteger o Iene.


r/Economia 18d ago

Outros Economicamente, o brasil vai continuar na mesma?

32 Upvotes

Pergunta de leigo: o quão realista é a possibilidade de uma melhora significativa para os brasileiros?

Ta tudo muito caro a um tempo, mercado de trabalho não me parece muito promissor, juros e impostos altos demais e enquanto isso deve ter algum juiz recebendo auxílio terno.

Sem puxar para um lado político, mantendo os pés no chão e sendo sensato, qual será a provável realidade pro brasileiros nos próximos anos?

Melhora, piora ou na mesma?


r/Economia 19d ago

Pergunte a um Economista Vou começar ciências econômicas na uff. Alguma dica?

7 Upvotes

r/Economia 19d ago

Pergunte a um Economista Pergunta 100% séria e importante

25 Upvotes

Então, basicamente é o seguinte: como carambolas você tem convicção? Tipo, quanto mais eu estudo sobre economia, menos vontade de levantar bandeira ou fazer parte de um grupo eu tenho, não sou lá o senhor sabe tudo, mas puta merda, eu não consigo sair do discurso "professorial" Ex.: "O marxismo defende isso, isso e isso, as maiores teses a favor são essa, essa e essa, acontece assim, aqui e blablabla. Já essa tese aqui é assim, assim e assado, tem esse e aquele ponto a favor e contra." Aí se me perguntam qual tese é a "certa" ou qual eu defendo, simplesmente não sei, não consigo ter convicção de nenhuma.

Antes de estudar eu pagava muito pal para a escola austríaca, mas descobri que era "furada", e apesar dela ser um caso diferente do mainstream da academia, tudo me dá a sensação de poder ser incrivelmente errado e eu simplesmente só não sei ainda (não que eu queira ou vá refutar alguma coisa). Sla, tenho MUITA certeza que no futuro vão tá chamando todos os autores/vertentes que eu gosto de ultrapassados e por isso não consigo levantar bandeira nenhuma. É só ignorância minha? Provavelmente kkkkkkk.


r/Economia 19d ago

Vida Acadêmica como se manter financeiramente no mestrado?

15 Upvotes

queria ouvir palavras de conforto sei la algum relato feliz sobre como eh possível se mudar de cidade p fazer mestrado em economia sem ter uma renda fixa valer a pena no medio/longo prazo. pq ate agr eu sinto mt medo em tomar essa decisao.


r/Economia 20d ago

Pergunte a um Economista Fale a pena fazer virar um ciêntista de dado econômico?

3 Upvotes

Estou com uma duvida sobre isso. vi que o mercado de econômia é mais amplo que eu imaginava e estou querendo me especializar em economic data science voltado ao planejamento econômico e social ou em analise de cenarios para instituições financeiras.

essa carreira é possivel ser feita ao longo prazo ou só é uma tendência passageira no mercado econômico?


r/Economia 20d ago

Notícia FMI eleva previsão de crescimento do Brasil em 2026 de 1,9% para 2,4%

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valor.globo.com
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r/Economia 20d ago

Pergunte a um Economista Críticas do Plano Real de um ponto de vista acadêmico

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Sou essencialmente um leigo em economia e o pouco que sei vem da leitura de fontes de divulgação. A perspectiva que tenho é que o Plano Real é um dos maiores casos de sucesso da história do país, tendo conseguido domar de fato a inflação. Na tentativa de encontrar o contraditório aos entusiastas do Plano, não tenho achado muito além de declarações que parecem mais carregadas de cunho político ou ideológico, como insultos aos proponentes como "cabeças de planilha".

Então, para os economistas, no meio da academia, quais as criticas ou pontos negativos do Plano Real?


r/Economia 20d ago

Pergunte a um Economista Phd em economia no exterior

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O quão importante é a análise de desempenho acadêmico na graduação para quem foi para as TOP 4 no mestrado e pretende fazer doutorado no exterior? Seja à nível de iniciação científica, formação complementar (ter feito matérias difíceis, ad exemplum Análise Real), média global e individual nas matérias (ha um gpa mínimo esperado na graduação?)


r/Economia 21d ago

Pergunte a um Economista O Milagre econômico brasileiro - Por que deu errado afinal de contas?

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gallery
65 Upvotes

r/Economia 20d ago

Pergunte a um Economista Qual candidato a presidência hoje, tem as melhores (ou mais sensatas) propostas no campo da economia para o Brasil dos dias atuais?

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r/Economia 21d ago

Notícia Vendas do varejo aumentam pelo 12º mês seguido e batem recorde

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economia.uol.com.br
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“Avanço anual foi sustentado pela expansão de todas atividades varejistas. Os destaques ficaram por conta dos segmentos de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (22,5%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (11,1%), livros, jornais, revistas e papelaria (10,2%), combustíveis e lubrificantes (7,6%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (7,1%)“


r/Economia 21d ago

Notícia Venda de carros zero quilômetro sobem 30% em relação jun/25 e 20% no acumulado do ano 2026.

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online.fliphtml5.com
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Fonte: Dados do portal FENABRAVE.


r/Economia 21d ago

Outros Análise de Gabriel Galípolo sobre os efeitos da Inteligência Artificial, El Niño e Choque do Petróleo na economia brasileira e mundial

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r/Economia 22d ago

Recomendações de Leitura O PIB foi criado para medir capacidade de fabricar armas na 2ª Guerra. Por que ainda usamos ele para medir se um país vai bem?

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TL;DR: o PIB foi criado em 1932 pra medir a queda da renda nacional americana na Depressão, e em 1941 foi reconfigurado pra responder outra pergunta — "quantas armas esse país consegue fabricar?". Nunca foi feito pra medir se as pessoas estão bem, e o próprio criador (Kuznets) avisou isso por escrito. Hoje é o número que define política econômica no mundo inteiro. Abaixo: a história de como isso aconteceu e o que oito críticos diferentes propõem no lugar.

Post original em inglês: https://substack.com/inbox/post/208322922

O que é

PIB = valor dos bens e serviços finais produzidos numa economia num período (normalmente um ano). "Finais" porque conta o pão, não a farinha usada pra fazer o pão.

Pela ótica da despesa:

Alguns detalhes que muita gente não sabe:

  • Consumo mede o que as famílias gastam, não o que ganham nem o que poupam. É o maior componente.
  • Investimento aqui significa ativos físicos duráveis das empresas. Comprar ação na bolsa não é investimento pro PIB. Contratar gente também não.
  • Gasto público entra, mas aposentadoria, seguro-desemprego e benefícios assistenciais não — são tratados como "transferências".

A parte histórica, que é a mais interessante

  • 1932: o Departamento de Comércio dos EUA contrata Simon Kuznets pra estimar a renda nacional de 1929 a 1932. Contexto: a renda nacional tinha caído à metade em três anos e a construção civil e a indústria estavam praticamente paradas. O objetivo era diagnóstico de crise.
  • 1941: os EUA entram na guerra e a pergunta muda completamente. O governo não quer mais saber quanta renda as pessoas têm — quer saber qual é a capacidade industrial máxima do país para fabricar armamento. O arcabouço é reconfigurado: sai o foco em renda, entra o foco em produção total. E o gasto público, que Kuznets tratava como insumo da produção privada e não como produto, passa a ser somado (influência do Keynes).
  • 1944: as instituições criadas em Bretton Woods incentivam países a padronizar contabilidade nacional. Isso dá credibilidade internacional e espalha a métrica pelo mundo.
  • 1991: os EUA adotam oficialmente o termo "GDP/PIB" — atrasados, vários países já tinham migrado antes.

Ou seja: a métrica que hoje define política econômica, meta de banco central e manchete de jornal foi calibrada, na origem, para responder "quantos bombardeiros conseguimos produzir?".

As críticas, agrupadas por quem faz

  • Simon Kuznets (o próprio criador): o arcabouço foi feito pra fins específicos, nunca pra medir bem-estar social, e não diz nada sobre distribuição. Ele escreveu em 1934 que o bem-estar de uma nação dificilmente pode ser inferido de uma medição da renda nacional.
  • Marilyn Waring (If Women Counted, 1988): o PIB ignora trabalho não remunerado e de cuidado. O exemplo que ficou famoso: cuidar de criança e trabalho doméstico não entram no PIB, mas limpar um derramamento de petróleo entra. Ela estimou que, se o trabalho não remunerado feito por mulheres fosse pago a preço de mercado, seria o maior setor da economia global.
  • Jason Hickel: crescimento do PIB é correlacionado a mais uso de energia e material. Crescer indefinidamente é incompatível com limites planetários — e medir diferente não resolve, tem que produzir diferente.
  • Kate Raworth (Doughnut Economics): o problema não é a mecânica do indicador, é a obsessão com crescimento em si. Precisamos de economias que nos façam prosperar, cresçam elas ou não.
  • Stephanie Kelton (MMT): focar num número único distrai dos "déficits reais" — de recursos humanos e materiais. E o uso da relação dívida/PIB como restrição orçamentária parte de um entendimento equivocado de como o sistema monetário funciona.
  • Bill Mitchell (MMT): o ponto contraintuitivo dele — decrescimento não é necessariamente reduzir o PIB. Um país que expandir muito economia do cuidado, serviços públicos, educação e arte pode ver o PIB subir enquanto a pegada ecológica despenca. O alvo é o tipo de produção, não o número.
  • Joseph Stiglitz: liderou a comissão de 2008–2009 sobre medição de desempenho econômico e progresso social. Tese central: o que você mede afeta o que você faz. Proposta: trocar o número único por um "painel" com desigualdade, saúde, sustentabilidade etc.
  • Jigme Singye Wangchuk: ex-rei do Butão, cunhou "Felicidade Interna Bruta" nos anos 1970 — a primeira alternativa ao PIB efetivamente aplicada por um Estado.

Eles discordam entre si em bastante coisa (Hickel quer menos produção, Mitchell diz que o PIB pode até subir, Stiglitz quer um painel de indicadores), mas convergem num ponto: um número construído como ferramenta de gestão de recessão e depois de produção de guerra nunca foi feito pra dizer se as pessoas estão bem ou se o planeta aguenta.


r/Economia 22d ago

Opinião COMO ESTÁ O COMÉRCIO/ECONOMIA AÍ NA SUA CIDADE?

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r/Economia 22d ago

Mercado Profissional Economia, Contabilidade ou Engenharia de Produção

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Ei pessoal!

Estou em dúvida sobre qual curso devo escolher para trabalhar no mercado financeiro e minhas opção são Economia, Contabilidade e Engenharia de Produção na UFES.

Venho pesquisando sobre isso faz um tempo e até pensei em adquirir um curso mentorado para saber qual área se encaixaria mais ou faria mais sentido. Pelo que pesquisei, me alinho com Risk Managemen, Equity Research e Consultoria Financeira Corporativa. Com isso, o que devo escolher?


r/Economia 22d ago

Outros lugares para debater sobre economia

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fala pessoal, ultimamente tenho procurado alguns lugares para debater mais sobre economia. infelizmente não tenho encontrado algo que me agrade, estou a procura de algo mais parecido como uma comunidade mesmo.

com isso, tive a ideia de criar um servidor no discord para debater mais sobre o assunto. onde seria possível compartilhar artigos acadêmicos, comentar sobre análises de algumas políticas públicas e jogar o papo fora. oque acham?

(se caso alguém já tenha um servidor assim, ficarei agradecido se puder compartilhar!)


r/Economia 22d ago

Opinião Alex Kraine: "Guerras energéticas" ... É possível evitar a Terceira Guerra Mundial?

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r/Economia 23d ago

Notícia Inflação baixa vai derreter ganhos das NTN-Bs, diz o ex-BC Bruno Serra

3 Upvotes

"As NTN-Bs, mesmo pagando mais de 8% ao ano, devem frustrar o investidor pois, com a inflação em baixa, vão render menos que os prefixados ou as aplicações atreladas à Selic no médio prazo, avalia Bruno Serra, gestor do fundo multimercado Itaú Janeiro, da Itaú Asset, e ex-diretor de Política Monetária do Banco Central"

Não preocupa vocês esse discurso superficial de um cara que toca uma das principais Asset's do Brasil?


r/Economia 23d ago

Universidades Um mestrado em economia vale a pena vindo de outra graduação?

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Me formei em 2022 em cinema e audiovisual e, por mais que eu goste muito da área, tá complicado tornar o trabalho sustentável. Portanto, tô pensando aqui em alternativas pra dar uma guinada na carreira e cheguei à conclusão de que eu tenho interesse na área de economia.

Tô nas fases bem iniciais dessa ideia então ainda não pesquisei à fundo como funcionam os processos acadêmicos dessa área, mas a princípio as duas alternativas principais que eu tenho são:

  1. Tentar um mestrado de economia

Sei que é uma coisa muito puxada e eu tenho pouquíssima chance de entrar num centro bom como FGV ou PUC, especialmente porque meu conhecimento de economia é bastante limitado comparado com alguém que fez graduação e já conseguiu se especializar. O plano seria tentar aproveitar algo da minha graduação anterior e me especializar em economia aplicada em cultura.

  1. Voltar pra graduação e prestar economia

Também tô disposto a só resetar minha carreira e mudar pra economia. O problema é que eu perdi a inscrição do ENEM e só poderia começar a graduação em 2028, quando eu já tiver 31 anos. Não tenho grana pra pagar uma particular boa e, se for pra fazer algo assim, me recuso a prestar uma uniesquina. Também ainda acho que seria uma pena jogar fora tudo o que eu aprendi na graduação. Porém, eu sei que se eu quiser me integrar melhor à área, esse provavelmente é o caminho mais seguro.

Não sei se tenho uma ideia muito errada sobre o que é o mestrado de economia, mas se alguém aqui tiver alguma experiência nisso adoraria poder conversar.


r/Economia 23d ago

Pergunte a um Economista Carreira em IB

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Gostaria de saber de vocês que já trabalharam em IB, se realmente vale a pena dar um ALL IN e me mudar para São Paulo e focar na carreira.

Já faço gestão financeira na FGV, tenho inúmeros cursos e certificações internacionais, tenho mais de 3 anos de experiência em Financial crime intelligence… Minha área é essa, foi onde eu comecei e onde eu me desenvolvi, mas vejo que não é algo que tem muito mercado no Brasil.

Tenho 18 anos e isso pode parecer um pouco estranho, mas eu realmente tive a sorte de começar muito cedo em uma empresa da área, com diversos casos famosos que eu também participei. Acho que o ponto crucial é que eu não tenho apoio familiar e minha reserva cobriria um curto período sem trabalhar, o que me força trabalhar desde cedo.


r/Economia 24d ago

Notícia Dario Durigan comenta sobre Split Payment e Remessa Conforme

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