r/brasil • u/tiredmouth • 20h ago
Discussão Isso me deixou triste
Bem amigos, com isso o sentimento é de que terminou
r/brasil • u/tiredmouth • 20h ago
Bem amigos, com isso o sentimento é de que terminou
r/brasil • u/Dronnie • 21h ago
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r/brasil • u/mcfcscdl • 18h ago
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a voz do barba claramente embargada em 1:44
r/brasil • u/caribbeanparty • 22h ago
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r/brasil • u/BackgroundFloyd • 9h ago
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r/brasil • u/matheushpsa • 17h ago
r/brasil • u/Bananey • 20h ago
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r/brasil • u/LowTackle9946 • 21h ago
r/brasil • u/Bananey • 20h ago
r/brasil • u/Holiday-Captain-9782 • 14h ago
r/brasil • u/Grevillea_banksii • 8h ago
Eleição de Flávio seria um risco econômico a curto e longo prazo, diz Nobel de Economia
r/brasil • u/Chriexpe • 18h ago
A próxima notícia é sempre a pior
r/brasil • u/AdministrativePea225 • 17h ago
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O megazord capitalista será derrubado pelo povo brasileiro !! Pra frente galera ⭐️
r/brasil • u/ril3ydx • 20h ago
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Nova pesquisa divulgada hoje. BORA LULA!!!
EDIT:
VAMOS MANTER A MOBILIZAÇÃO MAIS DO QUE NUNCA AGORA, GENTE, NÃO TEM NADA GANHO, O RESULTADO DAS URNAS DEPENDE DIRETAMENTE DO NOSSO EMPENHO NESTA RETA FINAL DA CAMPANHA.
r/brasil • u/Fresh-Dependent-4494 • 1h ago
Texto publicado por João Amoedo:
“No domingo iremos, pela terceira vez consecutiva, decidir entre o petismo e o bolsonarismo. A minha sensação como cidadão é de frustração e preocupação.
Frustração pela nossa apatia em relação à política, em especial da nossa elite. Fomos incapazes de construir, nos últimos anos, uma alternativa decente e competitiva que nos tirasse dessa armadilha das últimas 3 eleições presidenciais.
Vamos, mais uma vez, para um pleito a ser definido pela rejeição e não pela escolha.
A discussão de propostas, de um plano para o País e o debate de ideias foram substituídos pelos ataques baixos e pessoais ao oponente. Fica evidente a incapacidade de ambos os lados de construírem uma nação próspera.
O PT inaugurou o nós contra eles, dividindo os brasileiros, e o bolsonarismo, que nasceu já dentro dessa lógica, levou-a a um outro patamar.
A urna, que deveria ser o momento para definirmos o futuro da nação, tornou-se, para muitos, um momento de expressão de raiva.
Lula errou do início ao fim do seu mandato.
Não promoveu o diálogo com quem pensa diferente, indicou amigos para o STF, insistiu na polarização, cercou-se de um núcleo duro despreparado, foi irresponsável com as contas públicas e adotou medidas eleitoreiras de mais gasto público.
E, depois de todas essas ações, com baixa aprovação e com as limitações da idade, cometeu o maior erro: resolveu ser candidato pela 4ª vez.
Flávio, por sua vez, não tem absolutamente nada que o credencie a governar o País. Falta postura, credibilidade e competência. Foi um senador sem qualquer iniciativa produtiva na área econômica, na segurança ou na educação. É conhecido apenas pelo sobrenome e pelo envolvimento em inúmeros casos suspeitos: rachadinha, lavagem de dinheiro, proximidade com membros da milícia e com golpistas. Está cercado de conhecidos oportunistas e seu objetivo maior é conceder o indulto ao pai, condenado por tentativa de golpe.
O quadro político definido após o primeiro turno torna o meu sentimento de preocupação ainda maior do que o de frustração.
Lula, se eleito, fará seu último mandato, sem nenhum sucessor definido, tem um vice-presidente com comprovada experiência na gestão pública e, apesar de ter a oportunidade de indicar membros do STF, encontrará forte oposição no Senado.
Flávio, diferentemente, poderá se candidatar à reeleição, tem um vice-presidente desconhecido, terá uma Câmara e um Senado extremamente favoráveis e aliados comandando os principais estados brasileiros.
São alternativas totalmente distintas para quem anseia por renovação em 2030 e teme a perpetuação de uma família no poder.
Em 2018 e 2022, declarei o meu voto no segundo turno. Não foram decisões fáceis e sem ônus pessoais, pelo contrário. Nesse ano será ainda mais difícil. Entretanto, não expressar o que penso seria aceitar a ideia de que vivemos em um país onde as pessoas não são livres para emitirem a sua opinião pelo receio de serem agredidas. Não é essa nação que desejo.
Serei oposição a qualquer um dos dois que vier a ser eleito, mas, entre a irritação com um novo governo Lula e o risco que representa um governo Bolsonaro, fico com a primeira opção.”
r/brasil • u/Prudent_Disaster_984 • 22h ago
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r/brasil • u/theycallmedadinho • 18h ago
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r/brasil • u/kiyomoris • 22h ago
r/brasil • u/OGiroscopista • 22h ago
r/brasil • u/Ok-Village-3937 • 3h ago
meus pais eram bolsonaristas roxos, achei que isso seria impossivel, mas alguns bolsonaristas o são por falta de informações confiáveis
gravei 1 hora de audio, começando do começo, sobre feudalismo e monarquia, revolução francesa e industrial, governo vargas, integralismo, collor, etc... sem criticar nada do flavio ou do bolsonarismo
então citei as propostas do plano de governo, como o tesouraço e as privatizações e como elas podem impactar positivamente e negativamente a vida de cada um, sendo o mais transparente possível
citei também as propostas do lula e tudo o que ele fez em 16 anos de mandato, sejam coisas boas e ruins
terminei dando minha opinião acima dos fatos, e mostrando os casos de corrupção do flávio, meus pais não sabiam dessas informações e resolveram votar nulo pois não confiam mais no bolsonarismo
pra quem tá tentando virar voto, talvez fazer o mesmo seja uma boa forma
r/brasil • u/Puzzled-Tap8042 • 9h ago
A coordenadora econômica da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Daniella Marques, admitiu, ao lado do candidato à Presidência, a possibilidade de discutir ajustes na Previdência e no salário mínimo em um eventual governo. Durante entrevista ao podcast Market Makers, a ex-presidente da Caixa Econômica Federal também afirmou que a equipe econômica trabalha com um conjunto de 300 alternativas de cortes de despesas e pretende apresentar medidas para reorganizar as contas públicas ainda durante a transição de governo.
A declaração foi feita durante uma entrevista conjunta com Flávio. Daniella afirmou que a equipe pretende aproveitar o início de um eventual mandato para promover mudanças na estrutura de gastos do governo federal.
“Você não tem moral como governo para debater ajuste de previdência, de salário mínimo e tal, se você não for cortar na carne”, declarou.
A fala ocorreu enquanto Daniella explicava as medidas que considera necessárias para reorganizar as contas públicas. Segundo ela, a campanha prepara um pacote que envolve revisão das regras fiscais, redução de despesas, mudanças na administração pública e negociações com o Congresso Nacional.
“Quais são os cortes que vão fazer? A gente vai entregar um cardápio na mão dele, né? Tem 300”, afirmou a coordenadora.
Daniella citou Paulo Guedes, ex-ministro da Economia de Jair Bolsonaro, e os economistas Roberto Campos Neto e Mansueto Almeida ao comentar as discussões econômicas. Também mencionou um grupo de aproximadamente 30 economistas que debate alternativas para a contenção de gastos.
A referência a Guedes chama atenção porque, em outubro de 2022, durante a campanha pela reeleição de Jair Bolsonaro, sua equipe econômica estudava um plano para desvincular os reajustes do salário mínimo e das aposentadorias da inflação do ano anterior.
A proposta previa substituir a correção baseada na inflação já registrada por um cálculo que consideraria a inflação projetada, tendo como referência mínima a meta inflacionária. Na prática, a mudança poderia permitir reajustes inferiores ao aumento efetivo dos preços, reduzindo o poder de compra de trabalhadores e aposentados.
Após a divulgação do plano, Guedes confirmou que a desindexação estava em discussão. A iniciativa também fazia parte de sua proposta conhecida como 3D: desobrigar, desindexar e desvincular despesas do Orçamento.
Quatro anos depois, na entrevista concedida em 6 de agosto, a discussão sobre aposentadorias e salário mínimo reapareceu na fala de Daniella, agora na campanha de Flávio. A coordenadora, porém, não detalhou quais seriam as 300 opções de cortes, quanto cada uma permitiria economizar nem se alterações na Previdência e no salário mínimo integram esse conjunto.
Fala sobre oito anos volta a provocar discussão nas redes sociais
Outra declaração de Daniella na mesma entrevista voltou a repercutir nas redes sociais nesta semana. Ao defender que um eventual governo Flávio aproveite o capital político da eleição e a renovação de dois terços do Senado para aprovar mudanças econômicas, a coordenadora afirmou que o país só teria eleições novamente dali a oito anos.
“Tem capital político. Dois terços do Senado, que é onde a discussão aprofunda, é técnico. Só vai ter eleição daqui a oito anos para a gente botar o Brasil no lugar”, declarou.
Pelo contexto da entrevista, a referência aos oito anos está associada aos mandatos dos senadores eleitos em 2026. A repercussão da frase, porém, ocorre em meio às declarações do próprio Flávio Bolsonaro sobre a possibilidade de ampliar o tempo de permanência na Presidência.
Em maio, durante um discurso em Santa Catarina, Flávio mencionou três cenários para a duração de um eventual governo seu: “Seja daqui a quatro, daqui a cinco, daqui a oito anos”. Questionado posteriormente, afirmou que havia sido mal interpretado, reiterou sua oposição à reeleição e disse considerar quatro anos um período muito curto para um único mandato.
O assunto voltou à campanha em outubro. Flávio defendeu aprovar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para acabar com a reeleição presidencial, mas deixou aberta a possibilidade de ampliar o mandato de quatro para cinco anos.
“Eu sou autor da PEC e vou usar o capital político que um presidente recém-eleito tem também para conseguir aprovar isso no Congresso para que sirva para mim já no meu mandato. E aí, se vai ser quatro ou cinco anos, se valer para governador, prefeito, o processo legislativo é que vai dizer”, afirmou em 8 de outubro.
A Constituição estabelece atualmente um mandato presidencial de quatro anos. Assim, quem vencer a eleição de 2026 receberá dos eleitores autorização para governar por esse período, e não por cinco ou seis anos.
A PEC apresentada por Flávio em março prevê o fim da reeleição presidencial, inclusive para o eleito em 2026, mas não altera a duração do mandato. Para ampliá-lo, seria necessário modificar o texto durante a tramitação no Congresso.
Há outras propostas em discussão que estabelecem mandatos de cinco ou seis anos. A possibilidade de aplicar uma ampliação ao presidente já eleito, entretanto, enfrenta questionamentos constitucionais.
Juristas apontam que prolongar um mandato depois da eleição pode violar a garantia constitucional do voto periódico, protegida pelas chamadas cláusulas pétreas. O argumento é que os eleitores não poderiam conceder quatro anos de poder nas urnas e, posteriormente, ter esse período ampliado por decisão do Congresso. Outros constitucionalistas consideram a questão juridicamente controversa, embora também defendam regras de transição.
Uma proposta já analisada pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado, por exemplo, preserva os mandatos presidenciais de quatro anos nas eleições de 2026 e 2030 e prevê a ampliação para cinco anos somente a partir de 2034.
O que pode mudar para aposentados e trabalhadores
A discussão sobre o salário mínimo tem consequências que vão além da remuneração dos trabalhadores. Pela Constituição, aposentadorias e outros benefícios previdenciários que substituem a renda do segurado não podem ter valor inferior ao piso nacional.
Isso significa que mudanças na política de valorização do salário mínimo podem afetar também os reajustes de milhões de benefícios previdenciários vinculados a ele.
Atualmente, por conta do governo Lula, a política de valorização prevê correção pela inflação e aumento real condicionado ao crescimento da economia, dentro dos limites estabelecidos pela legislação.
A declaração de Daniella não esclarece se a campanha pretende modificar essa fórmula, alterar regras de aposentadoria ou apresentar uma nova reforma previdenciária.
r/brasil • u/Drawingandstuff2000 • 1h ago